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Homem acusado de estuprar e matar universitária pega 40 anos de prisão

Rodrigo Pereira Alves furou pneu de veículo de Mariana Bazza para oferecer ajuda antes de cometer o crime

Por Redação VEJA São Paulo 26 ago 2020, 10h59

Rodrigo Pereira Alves, de 37 anos, acusado de estuprar e matar a universitária Mariana Bazza, foi condenado a mais de 40 anos de prisão. O crime aconteceu em setembro de 2019 em Bariri, no interior de São Paulo, e o julgamento ocorreu na terça-feira (25).

A condenação em primeira instância ainda não foi publicada pelo Tribunal de Justiça (TJ), informou o advogado do réu, Evandro Demétrio. Após a confirmação, ele entrará com recurso.

A estudante Mariana havia desaparecido após sair de uma academia no dia 24 de setembro de 2019. Ela recebeu ajuda de Rodrigo Pereira Alves para trocar o pneu de seu carro e foi encontrada morta no dia seguinte, em uma área de canavial. Laudo do IML apontou que havia sido estuprada. Mariana tinha 19 anos e chegou a enviar uma foto de Rodrigo trocando o pneu e enviou a familiares.

O acusado foi condenado por crimes de latrocínio, estupro e ocultação de cadáver. A pena completa é de 40 anos, 10 meses e 18 dias de prisão em regime fechado. O MP diz que o acusado roubou o carro, o celular, caixa de som e a carteira da vítima. Rodrigo já havia cumprido pena de 16 anos por roubo, sequestro, extorsão e latrocínio tentado. Ele tinha saído da prisão cerca de 1 mês antes de encontrar Mariana.

Câmeras de segurança mostram imagens de Rodrigo encostado no carro próximo ao carro de Mariana. Ele fura o pneu do veículo e, quando ela sai da academia, oferece ajuda, o que indica crime premeditado.

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