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Cabeleireiro é proibido de divulgar dados íntimos de Luciana Gimenez

O profissional trabalhou com a apresentadora por 19 anos e, caso descumpra ordem, terá que pagar multa

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 22 dez 2020, 18h21 - Publicado em 22 dez 2020, 18h18

O cabeleireiro Sérgio José de Souza, conhecido como Sergio Di Vicentin, está proibido pela Justiça de São Paulo de divulgar fotos e dados pessoais de Luciana Gimenez. A informação é do colunista Rogério Gentile, do UOL.

De acordo com documentos enviados à Justiça pela apresentadora, o cabeleireiro “sabia todos os destalhes” de sua vida. Era recorrente que Di Vicentin viajasse com ela, presenciando diversos momentos íntimos.

O profissional trabalhou para Gimenez do final de 2001 até abril deste ano, quando foi demitido. Segundo a apresentadora, ele passou a divulgar informações íntimas a respeito dela, além de ter feito ameaças públicas. O documento registra que Di Vicentin disse: “se falar o que sei, ela tem de sair do Brasil”.

O cabeleireiro divulgou o salário de Gimenez pela RedeTV! e o quanto ela paga de aluguel e condomínio. A Justiça estabeleceu uma multa 10 000 reais por ato de descumprimento da proibição.

De acordo com a juíza do processo, Luciana Bassi de Melo, a liberdade de pensamento, de expressão e de comunicação “não se sobrepõe à inviolabilidade da intimidade, da honra e da vida privada”. Gimenez pediu à juíza para que o processo ocorra na justiça, mas o pedido foi negado.

A defesa da apresentadora afirma que “Luciana é figura notória em território nacional e internacional, e, dependendo de qual informação for divulgada, sua imagem poderá ser imensamente prejudicada, afetando seu sustento e dos seus próximos, o que não pode ocorrer sob hipótese alguma”. Di Vicentin ainda não se posicionou sobre a decisão.

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