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João Doria defende a mulher e diz que fala foi tirada de contexto

Na sexta (3), um vídeo da primeira-dama e da socialite Val Marchiori sobre moradores de rua causou polêmica

Por Redação VEJA São Paulo - 6 jul 2020, 18h12

João Doria (PSDB), governador de São Paulo, saiu em defesa da primeira-dama Bia Doria nesta segunda (6) e disse que uma edição tirou de contexto a fala dela. Na última sexta (3), um vídeo de Bia e Val Marchiori sobre doação de marmitas para moradores de rua causou polêmica. O político disse que a mulher cumpre seu papel de proteção e de atendimento às pessoas em situação de rua.

“O vídeo foi editado e evidentemente feito com enorme maldade, sem a menção do que antecedeu o vídeo, onde a Bia Doria, primeira-dama do estado de São Paulo e presidente do Conselho do Fundo Social, dizia que o ideal era o acolhimento das pessoas em situação de rua. Que as pessoas em situação de rua, em São Paulo, pudessem estar acolhidas, em centros específicos para isso, como durante a Prefeitura eu procurei fazer e como tem feito o Bruno Covas na medida do possível. E que ali sim pudessem ser oferecidos não apenas alimentos, como guarida, a cama, o cobertor, o banho, e as condições de assistência básica de saúde como são feitos aqui nos Centros Temporários de Acolhimento (CTAs) na capital de São Paulo”, afirmou o governador.

No vídeo que circulou na internet, a primeira-dama afirma que não se deve doar marmitas porque “as pessoas gostam de ficar na rua” e elas “têm que se conscientizar e sair dessa situação”. Bia Doria pediu desculpas em seguida.

“Pessoas em situação de rua, muitas vivem com os seus cães, que é o seu companheiro nas ruas de São Paulo. Isso também foi omitido naquela edição do vídeo, o que gerou uma edição parcial e evidentemente, naquela parcialidade, com críticas à Bia Doria. Mas ela vem cumprindo bem o seu papel, aliás, em conjunto com a secretaria Célia Parnes, de proteção e de atendimento a todas as pessoas em situação de pobreza, extrema pobreza e, em especial, às pessoas em situação de rua”, argumentou João Doria.

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