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Felipe Prior vira réu em processo de estupro em São Paulo

Em agosto, conclusão de inquérito policial não havia indiciado o arquiteto, mas Justiça aceitou denúncia

Por Redação VEJA São Paulo - 1 out 2020, 17h53

Felipe Prior virou réu nesta quinta-feira (1º) pelo crime de estupro. O ex-BBB foi denunciado por três mulheres por dois estupros e uma tentativa de estupro.  Um inquérito policial feito pela 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São Paulo, concluído em 4 de agosto, não havia indiciado o arquiteto.

O Tribunal de Justiça de São Paulo recebeu a denúncia feita pelo Ministério Público em agosto, mas ela só chegou ao juiz em 30 de setembro por conta da pandemia do coronavírus. O juiz determinou que Felipe Prior apresente respostas por escrito sobre as acusações em dez dias. O processo tramita em segredo de Justiça.

A advogada de defesa de Felipe Prior, Carolina Pugliese, disse, em nota divulgada em agosto deste ano, que “no inquérito policial foram produzidas provas robustas que levaram a autoridade policial a concluir pela inocência de Felipe Prior. Foi demonstrado, cabalmente, que Felipe não cometeu crime de violência sexual nem qualquer outro crime.”

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Ainda segundo a nota, a advogada disse que “acreditamos, firmemente, que a justiça prevalecerá e o poder judiciário chegará a essa mesma conclusão, afirmando a inocência de Felipe Prior e sepultando, de uma vez por todas, essas injustas e infundadas acusações.”

As acusações contra Prior foram feitas em reportagem da revista Marie Claire. Sob sigilo, duas mulheres compartilharam relatos com a revista de dois supostos estupros praticados por Prior em jogos universitários no interior paulista entre 2014 e 2018.

Outra relatou também uma tentativa de estupro no mesmo evento: o InterFAU, competição esportiva entre faculdades de arquitetura do estado. Prior é formado no curso pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

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