Espaços ecumênicos trazem tranquilidade a shoppings paulistanos
Pouco conhecidos pelos clientes, locais acabam sendo mais aproveitados pelos funcionários
Uma fonte de água instalada na parede do fundo quebra o silêncio quase absoluto. Em frente, há dez cadeiras de madeira separadas em duas colunas, um tampo de vidro que funciona como uma espécie de altar e um vaso de orquídeas brancas. A porta hermética de vidro transparente não deixa quase nenhum som vazar para dentro do ambiente. Fechada, separa o centro ecumênico do burburinho das 191 lojas e dos corredores do Shopping Vila Olímpia. Inaugurado há um ano, o espaço recebe seguidores das mais variadas crenças. Pouco conhecido pelos clientes, acaba sendo mais visitado pelos funcionários.
O salão de beleza ao lado contribui com pelo menos cinco frequentadores fiéis. “Tenho o hábito de vir duas vezes por semana para relaxar quando sinto o clima pesado. Rezo e peço proteção a Deus”, conta a cabeleireira Daniele Soares. “Sou católica e vou a reuniões espíritas.” Seu colega de trabalho Rodolfo Sena encontra no lugar, que costuma chamar de “capela”, um ponto de equilíbrio para os momentos mais estressantes. “Aqui fico em paz e me desligo da correria”, diz Sena.
O MorumbiShopping e o Anália Franco também contam com áreas assim. “Elas servem para dar uma pausa na rotina de consumidores e lojistas”, afirma Eduardo Novaes, diretor-superintendente da Multiplan, que administra os três centros de compras da capital e o BarraShopping, no Rio, o primeiro no país a contar com um espaço ecumênico, desde 1981.
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