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Por que São Paulo amanheceu com emoji inflável no Rio Pinheiros

Quem passou pela Marginal na manhã desta terça (6) pode ser se surpreendido com um emoji gigante que boiava nas águas do rio

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 6 mar 2018, 10h55 - Publicado em 6 mar 2018, 10h39

Quem passou pela Marginal Pinheiros na manhã de terça (6) provavelmente se surpreendeu ao perceber que um emoji gigante boiava nas águas do rio. Dois “cocôs” infláveis boiavam no rio na altura das pontes Octávio Frias de Oliveira, a famosa Ponte Estaiada, e Eusébio Matoso. A provocação é uma iniciativa do projeto #VoltaPinheiros, que busca conscientizar a população e as autoridades públicas do descaso com a situação do Rio Pinheiros.

Além dos emojis, uma faixa também foi colocada na ponte Cidade Jardim pedindo mais atenção do governador Geraldo Alckmin: “Geraldo Alckmin, olhe para o nosso rio, por favor“, diz o recado. Além dos infláveis, o projeto também enviou almofadas no formato do emoji para cerca de cinquenta políticos paulistanos da Câmara Municipal de Vereadores, prefeituras regionais, Prefeitura Municipal de São Paulo e Governo do Estado, incluindo agentes da CPTM, SABESP e o governador Geraldo Alckmin e o prefeito João Doria.

O kit contém uma mensagem destinada aos políticos, pedindo respostas sobre pontos que nunca foram esclarecidos sobre o rio. “Esta almofada é um confortável presente para quem consegue dormir com o Rio Pinheiros desse jeito“, diz o recado encaminhado pelo #VoltaPinheiros.

Criado em setembro de 2017 por Marcelo Reis, copresidente de uma agência de propaganda, e liderado por um grupo de publicitários, o movimento nasceu de indignação pelo descaso com o Rio Pinheiros. O objetivo é instaurar uma onda de engajamento para que se elabore um projeto que devolva um rio saudável aos paulistanos.

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