Pais depois dos 40: Claudio Oliva
Com cinco filhos em casa, o maior desafio do advogado é mediar os conflitos
Nem mesmo a experiência nos tribunais tornou mais fácil a rotina doméstica do advogado Claudio Oliva, de 48 anos. Ele já tinha duas filhas de seu casamento anterior, Bruna e Amanda, quando decidiu, em 2000, morar com a nova mulher, Rachel — e colocar todo mundo sob o mesmo teto. A família não vivia em pé de guerra, mas as discussões entre madrasta e enteadas eram comuns. “Foram anos de convívio difícil”, conta Oliva. Somente em 2005, com a chegada de Tomás, primeiro filho da nova relação, foi que a situação começou a mudar. “Ao me tornar pai novamente, aos 40 anos, percebi coisas que não enxergava quando a Bruna e a Amanda nasceram”, diz Oliva. “O Tomás ajudou a unir nossa família.”
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Logo, vieram Felipe, de 6, e Rafaela, de 2, e o convívio entre todos foi ficando cada vez melhor. “Hoje converso com meus filhos com muito mais naturalidade e adoro beijá-los e abraçá-los”, afirma. “Quando era mais jovem, não tinha consciência da importância desses gestos.” Aos 21 e 23 anos, Amanda e Bruna não moram mais com Oliva, mas visitam a casa onde cresceram com frequência. Passam por lá sempre que sentem saudade dos irmãos, do abraço carinhoso do pai e do ambiente deliciosamente confuso.
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