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A estratégia da defesa de Elize Matsunaga, do caso Yoki

O advogado Luciano Santoro, de 34 anos, se debruça atualmente sobre a defesa de maior repercussão de sua carreira

Por Ricky Hiraoka [com reportagem de Daniel Bergamasco] 25 jan 2013, 14h39 | Atualizado em 5 dez 2016, 16h22

Aos 34 anos, o advogado Luciano Santoro se debruça atualmente sobre a defesa de maior repercussão de sua carreira: a de Elize Matsunaga, que confessou ter matado e esquartejado o marido, Marcos, executivo da Yoki, em 19 de maio de 2012.

Na quarta-feira (30), ela será ouvida em juízo, mas não há data para o julgamento. “A estratégia é mostrar que Elize vivia uma rotina de ameaças e reagiu a uma injusta provocação. Isso pode diminuir a pena.”

Como prova de que a cliente pretendia dar fim à relação, ele anexou ao processo uma troca de e-mails da ré com o escritório da advogada Priscila Corrêa da Fonseca, a “rainha do divórcio”. Os pesados honorários para a ação litigiosa chegaram um dia antes do crime: 70.000 reais, além de 10% do que recebesse na partilha e de três a seis vezes o valor da pensão.

Na prisão, em Tremembé, a cerca de 130 quilômetros da capital, Elize trabalha na biblioteca e, diz Santoro, “lê livros de história antiga e romances, além de jogar xadrez”.

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