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Cooperativa recolhe o lixo eletrônico e o transforma em museu

A Coopermiti reúne peças de até 70 anos atrás para reciclagem e exposição dos modelos

Por Maurício Xavier (Com reportagem de Alessandra Freitas e Laura Ming) 23 out 2014, 23h59 | Atualizado em 5 dez 2016, 13h55

Para onde vão todos os equipamentos eletrônicos que são descartados? Na capital, grande parte deles acaba na Coopermiti, a única cooperativa na cidade especializada nesses artigos. Localizada no bairro de Santa Cecília, ela armazena os itens recolhidos em um galpão de 2 000 metros quadrados.

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“Começamos a perceber que havia em meio às pilhas várias preciosidades, então tivemos a ideia de montar um museu itinerante”, conta Alex Pereira, responsável pela Coopermiti. O acervo conta com 1 837 peças, selecionadas para exposições em convenções de empresas, mostras de escolas ou eventos como a Virada Sustentável. No quadro, confira algumas das relíquias:

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