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Centro de Memória do Circo guarda acervo de 80 000 itens

A programação inclui espetáculos gratuitos, visitas guiadas, palestras e debates, além de uma mostra permanente

Por Camila Pusiol 14 set 2018, 06h00 | Atualizado em 14 fev 2020, 15h58
Centro de Memória do Circo
Salão do Centro de Memória do Circo, na Galeria Olido (Paula Torrecilha/Veja SP)
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  • Instalado desde 2009 no Centro Cultural Olido, no Largo do Paissandu, o Centro de Memória do Circo é a primeira instituição brasileira dedicada à preservação da atividade. Possui um acervo de 80 000 itens, entre eles o diário de Polydoro, “o pai dos palhaços brasileiros”, trajes de Piolin e o cinturão da trapezista Joanita Pereira, “a mulher com a cintura mais fina do mundo”. Sua programação inclui espetáculos gratuitos, visitas guiadas, palestras e debates, além da mostra permanente Hoje Tem Espetáculo!, com cerca de 300 imagens. O próprio Largo do Paissandu é considerado o berço do circo. “A região começou a receber lonas no século XIX e teve seu apogeu nos anos 20”, explica a coordenadora do espaço, Verônica Tamaoki. O local também recebia o Café dos Artistas, evento que ocorria toda segunda-feira, reunindo até 1 000 artistas do setor.

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