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Cartas sobre a edição 2164

Por Da Redação 14 Maio 2010, 17h46 | Atualizado em 5 dez 2016, 18h48
Cartas sobre a edição 2164 Priorizar nos meus resultados Google

Assuntos mais comentados:

Canil da USP                47%

Mães centenárias          20%

Hospitais cinco-estrelas   8%

Teste da costela             6%

Ivan Angelo                    5%

Outros                         14%

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Mães centenárias

Parabéns pela reportagem “Amor que resiste ao tempo” (12 de maio), em homenagem às mães centenárias e cheias de disposição. Aproveito para apresentar aos leitores uma senhora que não consta na reportagem: minha vizinha, Júlia Urtiz Bonfim, 110 anos completados em 11 de novembro de 2009 e destaque de um jornal local da Zona Norte. Dona Júlia tem cinco filhos, catorze netos, vinte bisnetos e um tataraneto. Pasmem: ainda costura! Parabéns a todas as mães que resistem ao tempo e se dedicam a quem amam incondicionalmente: nós, os filhos.

GIOVANNA BONOTTO FAVARO

Gostaria que todos soubessem da minha avó, Ruth Teixeira Campos. Nascida em 18 de outubro de 1917, ela fará 93 anos em 2010, em plena vitalidade e saúde mental, ao lado dos cinco filhos, nove netos — sem contar os dois que já se foram — e doze bisnetos. Em novembro, chegará seu primeiro tataraneto(a). Afinal, quantas tataravós há em nosso país com tanto vigor, saúde e independência como ela? Nem parece que acabou de se recuperar de uma dengue, e ontem chegou de uma festa às 3 da manhã!

MARIA CLAUDIA CAMPOS DE FREITAS

Belíssima a matéria de capa sobre as mães nota 100. Ao ler todas essas histórias, não poderia deixar de contar a da minha família. Minha bisavó faleceu há quatro anos. Tinha três filhos, catorze netos, 25 bisnetos e três tataranetos. Conviveu intensamente com meu filho, seu primeiro tataraneto, até os 5 anos de idade. Essas mulheres são mais que um exemplo de vida para todos. Fica aqui a homenagem à minha dinda.

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RENATA GARCIA

A linda reportagem especial sobre mães de 100 anos é oportuna, pois me permite registrar e homenagear minha avó, Bella Kosminsky. Dona Belinha, ou vovó Belinha, como a chamamos, completará 100 anos no próximo dia 3 de julho. São cinco filhos, dezessete netos (mais onze cônjuges), 26 bisnetos (dois cônjuges) e dois tataranetos preparando-se para ajudá-la a assoprar as velinhas de seu bolo. Nascida em Porto Alegre, ela se casou aos 15 anos e, após o nascimento do filho mais velho, atravessou o país para estabelecer-se no Recife, onde teve outros quatro filhos. Mais tarde, a família mudou-se para Barbacena, vindo para a cidade de São Paulo depois de alguns anos. Bonita, ela faz jus ao seu nome. Também é discreta, tranquila e sempre presente na nossa vida. Como é bom garfo, nas festas de família todos querem fazer o prato da vovó Belinha, pretexto dos netos mais gulosos para servir-se antes dos outros primos. Ela tem boa memória e conta, com riqueza de detalhes, fatos acontecidos há décadas. Seu raciocínio é rápido e ela sempre nos surpreende com respostas inesperadas. Otimista, ao saber da festa de bodas de prata da minha irmã, em Maceió, no ano passado, perguntou-me se eu havia ido. Quando lhe disse que não, me respondeu: “Não faz mal, iremos juntas à festa de bodas de ouro!”.

SARA FANI GAWENDO

Lei das vitrines

Fico feliz em saber que São Paulo tem um prefeito preocupado com a cabeça dos seus eleitores (“Só faltava esta: vitrines anticabeçada”, 12 de maio). Agora resta em nosso coração a esperança de que nossos políticos determinem a colocação de faixas em outros locais da cidade. Por exemplo, nos grandes buracos de ruas e avenidas, em terrenos baldios cheios de mato, nas calçadas irregulares que nos fazem caminhar pelo leito carroçável, nas bancas dos vendedores ambulantes espalhados por todos os lados, nas ruas onde a iluminação está queimada, nos locais com risco de enchente, nos trechos da já inaugurada e entregue Marginal Tietê e nos ônibus, metrôs e trens lotados. E já que todas as decisões podem ser tomadas a partir de relatos, e não por meio de dados estatísticos, creio que sempre seremos atendidos. Ainda mais se tivermos vereadores como o senhor Ademir da Guia (PPS). Desperta, Brasil. As eleições estão chegando.

WANDREI DE SOUZA

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Hospitais cinco-estrelas

Oportuna a reportagem sobre a existência de áreas vips em hospitais cinco- estrelas (“Pacientes mais mimados”, 12 de maio). Contudo, no caso específico da internação do governador Alberto Goldman, o ideal seria informar também quem pagou sua conta. Ele se tratou pelo SUS, gastou do próprio bolso, seu plano de saúde cobriu ou tudo foi pago com o dinheiro do contribuinte? E se foi o estado quem pagou, pergunta-se se esse aparato está disponível para qualquer um do povo.

PAULO INOJOSA

Gostaria de saber por que o nosso atual governador não foi fazer sua ci- rurgia no Hospital do Servidor Público Estadual. Como atual chefe do governo, ele deveria saber da atual situação do lugar. Não falo sobre o profissionalismo dos médicos, equipe de enfermagem e demais auxiliares, mas sim da má conservação do prédio e da demora para marcar uma consulta. Chega-se a aguardar até três meses. Isso se não forem solicitados exames. Peço que nossos governantes olhem com mais sensibilidade para aqueles hospitais que eles não vão frequentar, pois nós, contribuintes, precisamos e dependemos deles para a nossa saúde.

NELI AMELIA RAMOS

Latidos da discórdia

A reportagem “Latidos da discórdia” (12 de maio) alerta para a necessidade de entendimento e, sobretudo, humanidade quando o assunto tratado envolve animais. Foi esse também o recado que os protetores voluntários quiseram transmitir com a manifestação. Matérias como essa ajudam a divulgar a importância e a necessidade de trabalho voluntário com animais.

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CÉLIA REGINA FERREIRA DE SOUZA

Sou um assinante de longa data e tenho percebido que, principalmente do ano passado para cá, a revista tem se voltado para um assunto de extrema importância para a nossa sociedade: a questão do abandono de animais e dos maus-tratos a eles, inclusive cães e gatos. Parabéns por essa iniciativa. Continuem assim, mostrando a dura realidade e possíveis modos de enfrentamento. Precisamos lembrar que o problema apontado pela diretoria da USP foi criado por seres humanos, que descartam animais como se fossem objetos sem valor. É responsabilidade dessa mesma sociedade dar um encaminhamento digno a qualquer forma de vida, inclusive aos cães do abrigo em questão. A ordem na casa não deve começar pela desativação do canil. A ONG que ajuda a universidade há tanto tempo deveria ser consultada, já que é ela que faz a tarefa que caberia ao poder público. O assunto é de interesse de todos e aqueles pobres bichinhos não devem sofrer por nossas irresponsabilidades.

RENATA BOTTURA

Tive a oportunidade de conhecer o canil e vi o carinho e atenção que os profissionais dão a esses animais, sempre se preocupando em promover campanhas educacionais, de castração e adoção. Tudo voluntariamente. A USP, como uma instituição educacional de excelência, poderia aproveitar essa celeuma e usá-la a seu favor. Por que não adotar o canil como modelo e instrumento de aprendizagem para desenvolver ações de conscientização? Poderiam ser promovidas campanhas contra o abandono e a favor da esterilização e da adoção, por exemplo.

SILVIA PERLOV

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Teste das costelarias

Manifestamos nosso agradecimento pela reportagem “O teste da costela” (12 de maio), que colocou nosso Restaurante Costela & Cia, na Vila Olímpia, no segundo lugar do ranking de melhores costelarias de São Paulo.

MAURO T. ARAKI

Gostaria de informar que sou cliente contumaz do restaurante O Ponto da Costela há muitos anos e conheço a maior parte das demais mencionadas na reportagem. Aprecio muito a costela preparada pela casa e a considero a de melhor custo-benefício de todas as mencionadas.

DARCI GARÇON

Fiquei muito chateada ao ver o restaurante Costela Nobre de Moema como décimo e último colocado no teste. O que nos encanta nesse restaurante é exatamente a textura da carne, a polenta, que vem maravilhosa, a farofa, que é muito boa, o ponto certo do vinagrete e as outras delícias de pratos oferecidos. Destaco também a delicadeza, a atenção e a rapidez dos garçons em repor os pratos antes que fiquem vazios.

LEONOR MARIANA CASTRO DE SOUZA

Mistérios da Cidade

A nota “Pobre Praça Roosevelt” (12 de maio) chama atenção para um sério problema e cobra, com toda razão, a revitalização desse importante ponto de referência do centro de São Paulo. Mostra também a falta de empenho, pela lentidão em licitar esse projeto anunciado em 2005, e a transferência da verba dessa importante obra para outras finalidades. Enquanto isso, essa praça, assim como outros logradouros públicos, continua abandonada.

FRANCISCO RODRIGUES LIRA

Ivan Ângelo

A excelente crônica “Ouvindo vozes” (12 de maio) me trouxe boas recordações. Todavia, o autor, talvez por esquecimento, não citou grandes locutores cuja voz marcou época, como Kalil Filho, que se revezava com Dalmácio Jordão na apresentação do Repórter Esso, com o bordão: “Alô, Alô, Repórter Esso, Alô”. Tinha ainda o Walter Forster, que apresentava Conversa do Meio-Dia na rádio e também foi ator.

ASCIUDEME JOUBERT

Concordo plenamente com o escritor Ivan Angelo quando ele diz que vozes marcantes não saem de nossas lembranças. Uma que não canso de ouvir em muitos comerciais da televisão é a do Ferreira Martins, antigo locutor da Rádio Bandeirantes AM, nos idos da década de 80. Todas as tardes ele se despedia em seu programa dando um “tchau, feia”, e eu me sentia a própria. Adoraria revê-lo em fotos.

MARCIA SARAIVA BUENO

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