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Cartas sobre a edição 2283

Por Da Redação
25 ago 2012, 00h31 • Atualizado em 5 dez 2016, 16h56
  • ASSUNTOS MAIS COMENTADOS

    Criminalidade (capa): 30%

    Educação: 28%

    Ivan Angelo: 21%

    Matthew Shirts: 5%

    Outros: 16%


    Criminalidade

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    Pelo andar da carruagem, não só o infeliz bairro Parque Santo Antônio será campeão de mortes (“Uma morte a cada seis dias”, 22 de agosto). A polícia não possui armamentos à altura e não consegue acompanhar as ações dos bandidos. Além disso, os casos, em sua maioria, não são esclarecidos. Se as leis continuarem nesse ritmo, salve-se quem puder.

    ANTONIO MARQUES

    A São Paulo profunda narrada pela reportagem, ao descrever a tristeza de viver no Parque Santo Antônio, marcado pela degradação e pela infelicidade que caracterizam os núcleos de mais absoluta negação dos direitos humanos, não se resume a um texto jornalístico destinado a ter sua página virada. A partir de boas iniciativas do governo, há um desafio a ser enfrentado por um povo de coragem.

    AMADEU DE PAULA

    Vemos a marginalidade aumentar a cada dia. Vários motivos levam a isso, entre eles apatia governamental, corrupção política que desaparece com o dinheiro que deveria abastecer escolas, hospitais e obras de saneamento, e abandono do país. A população trabalhadora e honesta é a única que sofre as consequências. Paga seus impostos com revolta e desgosto, pois não vê retorno algum. Trata-se de uma grande vergonha nacional. Se houvesse mudança nas leis e aumento de policiamento, o bandido pensaria duas vezes antes de agir.

    JOSÉ CASTILHO

    Se o ladrão diz na reportagem que sai do Parque Santo Antônio para assaltar no Brooklin e no Itaim, por que a polícia não altera sua forma de operação e passa a efetuar um policiamento mais ostensivo nos acessos às favelas? É preciso lembrar que os bandidos que saem precisam voltar, sempre carregados com os produtos do crime.

    VALTER REAL

    Moro no Parque Santo Antônio há cerca de trinta anos. Tenho conhecimento de todos os problemas do bairro, mas hoje nos vemos muito melhores do que alguns anos atrás. Nunca fui vítima de violência nem conheço ninguém que tenha sido.

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    ORMENIO RIBEIRO


    Educação

    Primorosa a reportagem sobre o Ideb, comparando as duas escolas e seus profissionais (“Adivinhe qual é a melhor e a pior escola?”, 22 de agosto). Fica claro que um professor treinado, bem remunerado e com alunos que sabem seu papel na educação é a receita correta do sucesso.

    UBIRATÃ CALDEIRA

    Em meados de 2002, após anos afastado do ambiente escolar, voltei às salas de aula para concluir o ensino médio. Nesse retorno, presenciei cenas lamentáveis como alunos sentados de costas para o professor ou acomodados na última carteira do lado da janela para baforar cigarros de maconha, armas debaixo da mesa e ameaças e agressões a professores. A matéria publicada na revista só vem ratificar o nível precário em que a educação se encontra.

    VALMIR DOS SANTOS

    Fiz o ensino fundamental em escola pública estadual e posso falar com propriedade sobre o descaso encontrado nesses colégios. Não me refiro somente ao mau preparo dos professores, às vezes sem didática nem habilidade para se impor pelo respeito, mas também por parte dos alunos que, infelizmente, não enxergaram ainda a importância dos estudos. Eles ameaçam os docentes, destroem o patrimônio e atrapalham os poucos que querem aprender.

    MARCO DANIEL PINTO

    O número 2.500 aparece em duas reportagens da edição da revista e retrata duas realidades: o valor máximo que um professor da rede pública recebe e a média de reais gastos por uma única pessoa no Shopping Cidade Jardim. Será que estamos no mesmo país?

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    WALTER VENÍCIO

    Trata-se de uma matéria reflexiva e muito oportuna. Consideraria apropriado um plano de aumento dos investimentos na educação pública. Os efeitos das péssimas condições de trabalho têm contribuído para os baixos rendimentos dos alunos. O gestor da escola precisa apresentar uma melhor atuação pedagógica, ouvir mais os professores e encontrar soluções eficazes para um aprendizado mais eficiente.

    IRACI JOSÉ FRANCISCO

    Grata surpresa ao receber VEJA SÃO PAULO desta semana. Duas escolas ligadas à minha vida pessoal foram apontadas como as que tiveram as melhores notas no Ideb. Estudei, na década de 70, na escola Professor João Borges, localizada na Vila Gomes Cardim. Meus filhos frequentaram o Emef Professor Leão Machado, na Vila Liviero. Hoje, eles são formados e eu, como pedagoga e estudante de psicologia, ressalto como é importante o esforço da direção, dos professores, dos pais e dos alunos para que a maioria da população alcance a oportunidade dada atualmente a poucos.

    MARLENE MEDINA



    Esporte

    Pelo que vimos na Olimpíada de Londres, se nossos dirigentes usarem a cabeça e não se moverem somente pelo marketing, começarão a investir urgentemente nos esportes amadores (“Celeiros de medalhas”, 22 de agosto). Eles serão a saída para conquistarmos mais medalhas, pois seus atletas vestem a camisa do país, não querem aparecer nem levar vantagem. Espero que tenhamos tempo para mudar o jogo e não fazer feio.

    KALED BARUCHE



    Ivan Angelo

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    Achei belíssima a crônica “Lutar com palavras” (22 de agosto). Minha filha é formada em letras com especialização em tradução. Ela atua em um mercado que não respeita o profissional, exigindo sempre rapidez na devolução do material e deixando em segundo plano a qualidade. Sua carreira é linda, mas poucos dão a ela o valor merecido.

    SOLANO RIBEIRO

    Caro Ivan, muito interessante e pertinente seu artigo. Minha mãe, Idelma Ribeiro de Faria, ousou traduzir para o português autores como Emily Dickinson e T.S. Eliot, entre outros. Até hoje, lembro-me de suas angústias com o simples título de um poema. Eu mesmo já tive problemas com tradução. Em meu programa de rádio, no qual às vezes faço uso da poesia, eu me vi diante de “The Man with the Blue Guitar”, de Wallace Stevens. Não tive dúvida em fazer minha própria versão do título: o homem do violão triste.

    JANE DA SILVA

    Ao ler a coluna de Ivan Angelo, senti-me coagida (no melhor dos sentidos) a visitar a exposição com obras de Caravaggio e seguidores. Lembrei-me também de alguns versos de Carlos Drummond de Andrade: “Lutar com palavras / É a luta mais vã / Entanto lutamos / Mal rompe a manhã”. Obrigada pelas crônicas sempre muito inspiradas.

    ALINE ABDELNUR

    Lendo o excelente texto, fiquei imaginando o desafio de levar a outra língua o magnífico “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa. Logo de cara, o tradutor depara com a epígrafe: “O diabo na rua, no meio do redemoinho”. E não é que o “demo” está mesmo lá, no meio da palavra redemoinho? E aí, como traduzir?

    GUILHERME MEYER


    Animais

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    Foi brilhante a iniciativa da construção de um serviço digno também para os animais de estimação da população carente (“O ‘SUS’ dos pets”, 15 de agosto). É um passo importante para iniciar uma mudança na cultura de que não faz sentido investir em animais enquanto há outros problemas sociais mais graves. Com certeza, os políticos paulistanos quebraram um paradigma.

    LUCIENE BORGES

     

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