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Campinas entra na fase vermelha e fecha comércio já nesta quarta (3)

O prefeito da cidade, Dário Saadi, vê uma situação de “quase colapso” no município

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 2 mar 2021, 17h24 - Publicado em 2 mar 2021, 17h21

A cidade de Campinas decretou nesta terça-feira (2) a adoção da fase vermelha do Plano São Paulo, a mais restritiva. A medida começa a valer a partir da próxima quarta-feira (3) e durará duas semanas, se encerrando no dia 16. Durante esse período, só poderão funcionar com atendimento presencial serviços considerados essenciais.

O prefeito da cidade, Dário Saadi, vê uma situação de “quase colapso” no município. Recentemente, a prefeitura vinha sofrendo pressão devido ao crescimento de casos de Covid-19. A taxa de ocupação dos leitos de UTI exclusivos para pacientes da Covid-19, da rede pública e privada, chegou a 90,69%, a maior dos últimos seis meses.  

“Entre uma situação de quase colapso e adotar uma medida dura, de restrição, nós vamos agir. Sabemos que o poder público precisa agir, mesmo que as decisões sejam difíceis, amargas, e possam impactar numa parcela considerada da população. (…) A omissão pode nos levar a um colapso jamais visto no nosso sistema de saúde”, disse Saadi. 

Na fase vermelha, todas as escolas e faculdades, sejam públicas ou privadas, vão deixar de realizar atividades presenciais. A única exceção são os cursos superiores da área de saúde.

A prefeitura também determinou que todas as atividades podem usar delivery ou drive-thru para atender os clientes. No entanto, no caso de retirada de produtos, os comerciantes devem respeitar uma regra: o comprador não deve descer do veículo para retirar o item. 

O governador João Doria avalia regredir todo o estado para a fase vermelha ainda nesta semana.

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