Uso de câmeras corporais reduz mortalidade de adolescentes por PMs
A medida também diminuiu o número de PMs mortos em serviço
A implementação de câmeras de segurança nos uniformes dos policiais militares de São Paulo mostrou resultado: a mortalidade de adolescentes em intervenções policiais, assim como a de PMs em serviço, foi reduzida de 2019 para cá.
A informação integra um levantamento feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) em parceria com a Unicef que foi divulgado nesta terça-feira (16).
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A Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) incorporou as câmeras operacionais portáteis (COP) na rotina de 62 batalhões do estado entre 2020 e 2022.
Os batalhões que incorporaram o uso das câmeras corporais tiveram redução de 76,2% na letalidade dos policiais militares em serviço entre 2019 e 2022, enquanto nos demais batalhões a queda foi de 33,3%. O número de adolescentes mortos em intervenções de policiais militares em serviço caiu 66,7%, passando de 102 vítimas em 2019 para 34 em 2022.
“No Brasil, as experiências de adoção de câmeras corporais são recentes e escassas, mas têm sido apontadas como um mecanismo promissor para reduzir a letalidade provocada pelas polícias e fortalecer a confiança da população”, informa um texto publicado no site do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
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