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Bicicletas brancas lembram ciclistas mortos no trânsito

Chamadas de ghost bikes, elas já apareceram nas avenidas Paulista e Vereador José Diniz

Por Mauricio Xavier [Com reportagem de Catarina Cicarelli, Isabela Villalba e Renata Sagradi]
26 nov 2010, 21h00 • Atualizado em 5 dez 2016, 18h26
  • No dia 26 de outubro de 2009, um ônibus subiu em uma calçada da Avenida Robert Kennedy, próximo ao Largo do Socorro, matando o ciclista Fernando Martins Couto e o gari Antônio Carlos Ribeiro. O fato viraria só mais uma estatística, não fosse a instalação, em poste próximo, de uma ghost bike. A bicicleta branca, que intriga transeuntes, é um memorial aos ciclistas mortos no trânsito. Há mais duas, nas avenidas Paulista e Vereador José Diniz. Outra chegou a aparecer na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, mas ficou pouco tempo.

    Para a jornalista Renata Falzoni, que pedala há trinta anos, trata-se de uma resistência pacífica. “Nas ruas, as bicicletas são invisíveis, e a manifestação ajuda os motoristas a prestar mais atenção”, comenta. “As ghost bikes funcionam como alerta, mas são apenas o ato final da tragédia”, afirma Arturo Alcorta, ativista há 28 anos.

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