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Polícia diz que morte de zelador pode ter sido premeditada

Segundo delegado, antes de zelador ser morto, mulher de publicitário tentou contratar funcionário para a vaga 

Por Redação VEJA SÃOPAULO.COM. - Atualizado em 5 dez 2016, 14h20 - Publicado em 2 jul 2014, 13h06

A polícia de São Paulo informou nesta quarta-feira (2) que apura a possibilidade de a morte do zelador Jezi Lopes de Souza, na Zona Norte ter sido premeditada.

Segundo o delegado Ismael Lopes Rodrigues Junior, que cuida do caso, três semanas antes do assassinato do zelador, Ieda Cristina Martins, de 42 anos, mulher do publicitário Eduardo Martins, de 47 anos, tentou contratar um funcionário para a vaga de Jezi. Ainda de acordo com a polícia, Ieda não fazia parte da administração do prédio em que moram.

O publicitário confessou ter matado e esquartejado o zelador, mas sempre negou o envolvimento da mulher no crime.

 

Publicitário confessa ter esquartejado zelador

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Na manhã de hoje, a polícia também divulgou resultado de perícia que comprovou que a arma e o silenciador encontrados no apartamento do casal foram usados no assassinato de um empresário no Rio de Janeiro em 2005.

O empresário José Jair Farias foi morto em 2005, no Rio de Janeiro, em frente a sua firma, que produzia postes. Familiares de Farias dizem que cerca de 100 mil reais que estavam com o empresário no dia de seu assassinato desapareceram.  Três anos antes, Farias, que foi casado com Ieda, registrou ocorrência contra o casal. Eles teriam o ameaçado de morte. 

Segundo a polícia do Rio, Ieda aparece em uma gravação cobrando 3 000 reais do ex-marido para que ele pudesse ver o filho. 

 

 

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