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Sobe para 21 o número de mortes por febre amarela no estado

Maioria dos falecimentos ocorreu no interior e na Grande São Paulo (somente no município de Mairiporã)

Por Adriana Farias
12 jan 2018, 14h27 • Atualizado em 12 jan 2018, 14h36
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Fila para vacinação na UBS Jardim Boa Vista, na Raposo Tavares (Alexandre Battibugli/Veja SP)
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  • A Secretaria do Estado da Saúde divulgou nesta sexta-feira (12) que subiu para 21 o número de mortes por febre amarela desde o início de 2017. As vítimas foram infectadas nos municípios de Américo Brasiliense, Amparo, Atibaia, Batatais, Itatiba, Jarinu, Mairiporã, Monte Alegre do Sul, Nazaré Paulista, Santa Lucia e São João da Boa Vista. Há ainda outras dezenove pessoas que também contraíram a doença, mas seguem em atendimento médico. Tudo o que você precisa saber sobre a doença está na reportagem de capa desta semana de VEJA SÃO PAULO.

    A partir de 3 de fevereiro, outras 53 cidades paulistas além da capital serão vacinadas, sobretudo do litoral, como Praia Grande, Ubatuba e Caraguatatuba. A prefeitura vai ainda expandir a ação para mais seis bairros da Zona Sul da metrópole — Jardim São Luiz, Cidade Dutra, Grajaú, Pedreira, Socorro e Vila Andrade — e incluir a Zona Leste, com as regiões do Parque do Carmo, Cidade Líder, Cidade Tiradentes, Guaianases, Iguatemi, José Bonifácio, São Mateus e São Rafael.

    Como medida de precaução, 23 parques públicos permanecem fechados.

    Os órgãos de saúde iniciaram em outubro a vacinação dos moradores da Zona Norte. No final de dezembro, também passaram a imunizar habitantes de partes das zonas Oeste (Raposo Tavares) e Sul (Jardim Ângela, Parelheiros, Marsilac e Capão Redondo).

    A meta até o final de 2018 é que todo o estado esteja protegido do vírus, segundo a Secretaria de Saúde do Estado. Ao todo, 7 milhões de paulistas já foram imunizados. Desse total, 1,4 milhão de pessoas em áreas de risco na capital já receberam a dose em 131 postos públicos da metrópole.

    Em relação às epizootias (morte ou adoecimento de primatas não humanos, como macacos, bugios e outros), ocorreram 2 491, entre julho de 2016 até o momento, com a confirmação de positividade em 617 animais por meio de análise laboratorial pelo Instituto Adolfo Lutz, sendo 62% deles na região de Campinas. Somente na capital foram 63 macacos mortos pelo vírus.

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