De atendente de telemarketing a cantora, conheça a história de Majur

Marilton Conceição Jr. viu sua carreira de artista deslanchar após uma apresentação em festa de Caetano Veloso

Até 2016, Marilton Conceição Jr. precisava reprimir-se em calças e camisas sociais, figurinos de atendente de telemarketing. À noite, assumia sua verdadeira identidade, Majur, uma cantora não binária (sem gênero definido), ao soltar a voz em bares de sua cidade natal, Salvador. Em fevereiro, ao fazer um show em uma festa de Caetano Veloso, viu a carreira deslanchar. Ela deverá apresentar-se por aqui ao lado de seu “padrinho”, na Virada Cultural, em 18 de maio. Antes, em 4 de maio, subirá ao palco do Casa de Francisca, com ingressos quase esgotados. Aposta em faixas de MPB que abordam temas como o racismo e está gravando seu primeiro álbum. “A fama veio de repente, e até meu pai, que sumiu há anos, reapareceu”, conta a artista, de 23 anos.

Que livro está lendo? Quem Tem Medo do Feminismo Negro?, de Djamila Ribeiro.

Qual causa abraça? Ajudo abrigos LGBTQ+.

Publicado em VEJA SÃO PAULO de 10 de abril de 2019, edição nº 2629.

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