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São Paulo nas Alturas Por Raul Juste Lores Redator-chefe de Veja São Paulo, é autor do livro "São Paulo nas Alturas", sobre a Pauliceia dos anos 50. Ex-correspondente em Pequim, Nova York, Washington e Buenos Aires, escreve sobre urbanismo e arquitetura

Como ficaria o Conjunto Nacional sem aparelhos de ar-condicionado nas fachadas?

Na cidade da fiação aérea, das calçadas esburacadas e dos rios contaminados, essa poluição visual, pelo menos, parece mais fácil de ser combatida

Por Raul Juste Lores - Atualizado em 20 Feb 2018, 19h57 - Publicado em 20 Feb 2018, 19h55

Não há tombamento ou linhas inspiradas da arquitetura que sobrevivam a aparelhos de ar-condicionado dependurados nas fachadas. Na cidade da fiação aérea, das calçadas esburacadas e dos rios contaminados, essa poluição visual, pelo menos, parece mais fácil de ser combatida. Pede síndicos e condomínios mais atentos, a adoção da tecnologia que já chegou e uma maior consciência da paisagem urbana.

Barcelona teve política municipal para retirar aparelhos das fachadas históricas. Aqui, nesta seção #SPsonho, um sonho meu para o Conjunto Nacional: a retirada de seus aparelhos e o uso de seu terraço, inexplicavelmente vazio e inacessível.

Leo Martins/Veja SP

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