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Zizi Possi desabafa sobre luta contra doença no “Altas Horas”

"Tem a ver com emoções não ditas", revelou a cantora em bate-papo com Serginho Groisman na madrugada deste domingo (4)

Por Redação VEJA São Paulo - 5 mar 2018, 12h46

Zizi Possi voltou a abrir o coração no Altas Horas: a cantora falou sobre o período em que ficou debilitada por uma depressão profunda. “Tem a ver com emoções não ditas. Eu vivi muito tempo uma depressão muito profunda. Eu não tinha vontade de falar, vontade de ver ninguém, fazer nada” — clique aqui para assistir ao momento.

A cantora, então, se aliou ao irmão, o diretor teatral José Possi Neto, e os dois elaboraram um espetáculo em conjunto. Na montagem, Zizi Possi deu um novo significado os anos de dor: “Meu irmão, José Possi Neto, começou a ficar super preocupado comigo. Me perguntou se eu estava lendo alguma coisa e eu disse que sim, que estava lendo Nietzsche. Ele se apavorou e achou que eu fosse me suicidar“.

Ele leu uns textos meus e, para minha surpresa, ele não me esculhambou. Ele gostou muito e veio na cabeça dele como um roteiro. O nome do espetáculo é A Flor da Pele, e retrata o caminho de se estar no fundo de um poço, sem chances de sair. Você está lá e tem que sair e se enxergar e se limpar e se elaborar. Não tem como deixar de fazer isso“, disse Zizi Possi.

O espetáculo marcou um novo rumo em sua vida: “Ele retrata como a arte é redentora, como ajuda a transpor esses limites e a gente se enxergar, enxergar o mundo de uma outra maneira e enxergar as dificuldades como não males necessários, mas também como bem-vindas“, afirmou a cantora. A Flor da Pele esteve em cartaz em 2017 e deve retornar aos palcos em 2018.

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