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Sandra Passarinho pede demissão da Globo após cinquenta anos na emissora

Comunicado interno da empresa revela destino da jornalista

Por Redação VEJA São Paulo 20 dez 2019, 14h21

Sandra Passarinho, repórter da Globo, deixou a emissora após quase cinquenta anos na empresa. Em comunicado interno do diretor de jornalismo Ali Kamel, divulgado pelo blog Notícias da TV, ele relembrou a trajetória da jornalista de 69 anos.

“Alguns nomes se transformam numa verdadeira marca. E assim é o nome dela. Na verdade, o nome que Sandra ganhou logo que chegou à Globo, com apenas 19 anos.” Kamel explica que Passarinho não é o verdadeiro sobrenome da repórter, que ganhou o apelido do cartunista Borjalo por ser “pequena e rápida”. O último nome é Laukenickas.

Ela entrou na emissora em 1969, como estagiária, e foi contratada em 1970. Tornou-se a primeira correspondente internacional da Globo, estreando em 1974 em Portugal, com a cobertura da Revolução dos Cravos. Ela chegou a sair da TV entre 1982 e 1985, quando trabalhou para canais estrangeiros, mas depois retornou à emissora.

Atuou nos principais jornalísticos da empresa, como Bom Dia Brasil, Jornal Nacional e Globo Repórter e também em atrações da Globo News. Kamel falou sobre o destino da repórter. “Não deixará o jornalismo, mas terá um outro ritmo. Um dos amigos que fez em Londres, na Polytechnic of Central London, a convidou para participar de um projeto pioneiro. E sem a necessidade de se mudar para Londres”, explicou.

Ele finalizou o texto agradecendo à jornalista “pela imensurável contribuição que ela deu ao jornalismo da Globo e ao jornalismo brasileiro. E por ter inspirado tantos e tantos profissionais. Entre eles eu, que sempre parei quando via uma reportagem dela no ar. Desde a década de 1970”.

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