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Menina de 12 anos tem 49% do corpo queimado após desafio do YouTube

"Monitore os seus filhos, especialmente seus celulares. Se eu pudesse evitar, eles nunca mais entrariam nas redes sociais", desabafou a mãe da jovem

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 5 fev 2020, 13h51 - Publicado em 21 ago 2018, 17h10

Uma menina de apenas 12 anos de idade sofreu queimaduras de terceiro grau após participar do “desafio do fogo”, uma tendência on-line que encoraja adolescentes a passar produtos inflamáveis pelo corpo, acendendo o fogo na sequência. Timiyah Landers tentou replicar a prática, que faz sucesso no YouTube, com duas amigas na casa da família em Detroit, nos Estados Unidos.

A mãe de Timiyah tinha feito panquecas para a filhas e as amigas na sexta (17). A mulher havia deixado as adolescentes sozinhas por apenas alguns minutos quando ouviu uma “forte explosão”. A família, então, viu que a menina estava em chamas.

O padrasto de Timiyah a colocou no banheiro, onde começou a molhá-la para apagar o incêndio, enquanto sua mãe se livrava das roupas queimadas.  A menina foi encaminhada ao hospital, onde permanece na UTI respirando com a ajuda de aparelhos — 49% do corpo de Timiyah sofreu queimaduras.

“Está tudo queimado”, desabafou a mãe de Timiyah, Brandi Owens. A mulher tirava um cochilo quando ouviu a explosão, foi quando a filha passou correndo pelo corredor das casa da família, em chamadas e pedindo ajuda. “Ela aparece correndo no corredor, em chamas. Dos joelhos ao cabelo, em chamas”, contou a mulher. Sem saber o que fazer, Brandi e o noivo colocaram a menina na banheira para tentar apagar o fogo. “O cabelo dela estava pegando fogo, então ele começou a molhá-lo, mas as chamas começam a aumentar e aumentar enquanto estava tentando retirar suas roupas”.

Após o acidente, as amigas de Timiyah admitiram que estavam assistindo a clipes do “desafio do fogo” no YouTube e tentaram copiar a manobra. A jovem usou um spray com aroma de cereja para tentar o desafio, que começou a chamar atenção nas redes sociais em 2014. Agora, Brandi Owens quer que o vídeo que inspirou sua filha seja retirado da internet: “Monitore os seus filhos, especialmente seus celulares. Se eu pudesse evitar, meus filhos nunca mais entrariam nas redes sociais. Chega de smartphones”, desabafou.

As informações são do The Daily Mail.

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