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Preta Gil responde e alfineta Anitta após ser desafiada sobre Bolsonaro

"Não preciso ser desafiada para falar o que já é óbvio", disparou a cantora no Instagram na tarde desta quinta (27)

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 27 set 2018, 16h28 - Publicado em 27 set 2018, 16h25

Na segunda (24), Anitta aderiu a campanha #EleNão, contra o candidato à presidência da República Jair Bolsonaro, e aproveitou a oportunidade para desafiar Preta Gil, Ivete Sangalo e Claudia Leitte a apoiar o movimento on-line — clique aqui para relembrar. Nesta quinta (27), a cantora e filha de Gilberto Gil quebrou o silêncio no Instagram e aproveitou a oportunidade para alfinetar a colega.

Não preciso ser desafiada para falar o que já é óbvio, público e notório há sete anos. Parece até que se esqueceram desses vídeos. Pode até ter edição, mas a intenção de me agredir não teve. Não tem como eu apoiar um candidato que fez agressões gratuitas, calúnias e difamações a mim, a minha família e tantos outros. Eu já senti na pele a fúria do mesmo e de seus eleitores, e não me intimidei, nem entrei no jogo da violência, segui sendo quem eu sou, lutando pelos meus ideais com amor e respeito e defendendo o que considero certo sem precisar ofender ninguém. Não me sinto no direito de desafiar ninguém a declarar repúdio ou apoio a ninguém. Cada pessoa se posiciona ou não, por livre e espontânea vontade e deve ser respeitada“, disparou Preta Gil.

No desabafo, a cantora relembrou um vídeo feito alguns anos atrás por Bolsonaro em que o candidato aparece dizendo que não apoiava o comportamento da artista e que não gostava dela. “Sou #EleNão há sete anos e sei que está difícil, que estamos cansados, mas não podemos deixar o ódio dominar nossas vidas. Vote em quem quiser, mas não agrida ninguém, não ameace as pessoas, isso não está certo. Sigo aqui na paz lutando por mim e por todos e todas que são diariamente atacados por discursos e atitudes racistas, homofóbicas e machistas”, explicou. Assista: 

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Não preciso ser desafiada para falar o que já é óbvio, público e notório há sete anos, parece até que se esqueceram desses vídeos, pode até ter edição, mas a intenção de me agredir não teve. Não tem como eu apoiar um candidato que fez agressões gratuitas, calúnias e difamações a mim, a minha família e a tantos outros. Eu já senti na pele a fúria do mesmo e de seus eleitores, e não me intimidei, nem entrei no jogo da violência, segui sendo quem eu sou, lutando pelos meus ideais com amor e respeito e defendendo o que considero certo sem precisar ofender ninguém. Não me sinto no direito de desafiar ninguém a declarar repúdio ou apoio a ninguém, cada pessoa se posiciona ou não, por livre e espontânea vontade e deve ser respeitada. #souelenãohá7anos e sei que está difícil, que estamos cansados, mas não podemos deixar o ódio dominar nossas vidas. Vote em quem quiser, mas não agrida ninguém, não ameace as pessoas, isso não está certo. Sigo aqui na paz lutando por mim e por todos e todas que são diariamente atacados por discursos e atitudes racistas, homofóbicas e machistas!!! PS: vocês que me cobraram posicionamento esses dias, que me xingaram e que me ameaçaram… vocês não me conhecem, já meus fãs conhecem meu caráter e minha índole, eles não me cobram e não me julgam, eles me apoiam!!! #meuambienteélindo

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