Clique e Assine a partir de R$ 6,90/mês
Memória Por Blog Uma viagem no tempo às décadas passadas por meio de suas histórias, costumes e curiosidades.

O que aconteceu com Mionzinho, o assistente de palco de Marcos Mion

Conhecido pelas imitações divertidas no 'Legendários', Victor Coelho já tentou até vaga na Câmara Municipal pelo Partido Novo

Por Redação VEJA São Paulo 22 set 2021, 17h10

O ator Victor Coelho, 36 anos, fez sucesso na TV durante 12 anos sem dizer uma única palavra. Não reconheceu o nome? Não tem problema. Talvez você o conheça como Mionzinho, o ex-assistente de palco de Marcos Mion no programa Legendários.

A participação de Coelho na atração aconteceu por acaso. Ele estudava publicidade e propaganda quando Mion estreou o quadro “Covernation”, que promovia duelos entre bandas covers, e pediu um sósia para interagir com ele. O rapaz foi indicado por uma amiga, fez o teste e passou. A parceria rendeu e ele acompanhou o apresentador em outros programas da casa e quando o Legendários migrou da MTV para a Record, em 2010.

No começo, ele não era ator formado e não tinha experiência com as câmeras. Ficar “mudo”, aliás, foi ideia dele e nunca foi cláusula de contrato. A proposta era imitar tudo que Mion fizesse no ar com mímicas e expressões engraçadas.

View this post on Instagram

A post shared by Mionzinho (Victor Coelho)🇧🇷 (@instamionzinho)

Com um elenco de peso que incluía nomes do humor, como João Gordo e Miá Mello, o Legendários chegou a figurar na vice-liderança aos sábados, mas começou a declinar quando a Record decidiu movê-lo para a grade das sextas-feiras. Em 2017, o programa chegou ao fim como também a parceria de Coelho e Mion nas telas, mas os dois seguem amigos até hoje.

Em suas redes sociais, o ator comemorou a recente estreia de Mion na TV Globo, à frente do programa Caldeirão. Coelho chegou a receber algumas dezenas de comentários perguntando sobre uma possível participação sua na nova atração, mas explicou que não há planos para isso.

Longe da TV há quatro anos, Coelho tentou uma vaga na Câmara Municipal de São Paulo pelo Partido Novo nas eleições de 2020. Com apenas 2.171 votos, não foi eleito. Atualmente trabalha como empresário na empresa de papel de parede da família, a Coelho Decorações.

Continua após a publicidade

Publicidade