Clique e assine por apenas 6,90/mês
Memória Por Blog Uma viagem no tempo às décadas passadas por meio de suas histórias, costumes e curiosidades.

Doze profissões de antigamente que estão quase em extinção

Trabalhos que estão desaparecendo do dia a dia das pessoas

Por Roosevelt Garcia - Atualizado em 7 nov 2017, 09h12 - Publicado em 7 nov 2017, 09h10

Graças à tecnologia ou simplesmente à mudança de costumes, algumas profissões antes muito comuns e necessárias estão sumindo do mercado, ou simplesmente já desapareceram. Segundo especialistas, na próxima década, outras tantas deixarão de existir ou ficarão reduzidas a um número muito baixo de praticantes, e isso inclui profissões que hoje empregam milhões de pessoas, como operador de telemarketing e corretor de seguros.

Relembre algumas das profissões que eram relativamente comuns no passado, e hoje praticamente não existem mais.

  • Lanterninha de cinema

O lanterninha é responsável por direcionar pessoas a seus lugares, depois que uma sessão de cinema começa. Com uma lanterna na mão, ele vai indicando o caminho aos atrasadinhos. Antigamente, todo cinema tinha esse profissional, e hoje em dia, ainda existem alguns sobreviventes desse antigo trabalho, mas eles são muito poucos.

Reprodução/Veja SP

 

Continua após a publicidade
  • Telefonista

Nos primeiros anos da disponibilização de telefones à população, não se ligava diretamente a uma pessoa. A ligação tinha que ser pedida a uma telefonista, que fazia a conexão. Com o avanço tecnológico, esse trabalho deixou de ser necessário, mas as empresas ainda precisavam de telefonistas para encaminhar o solicitante ao ramal pedido. Mesmo esse trabalho está deixando de ser necessário, graças às centrais digitais que fazem todo o trabalho automaticamente.

Reprodução/Veja SP

 

Continua após a publicidade
  • Leiteiro

Era muito comum, há algumas décadas, pessoas receberem diariamente em suas portas leite e seus derivados. O leite, geralmente em garrafas de vidro, era entregue por um profissional conhecido como leiteiro. Diariamente, ou no período combinado, lá estava ele com produtos frescos, que algumas vezes incluíam até pães, geleias e outras guloseimas. Em grandes cidades, esse profissional já sumiu há muito tempo, mas em pequenos municípios, ou lugares mais afastados, ainda é possível encontrar alguns na ativa.

Reprodução/Veja SP

 

Continua após a publicidade
  • Operador de telex

O fax é hoje um equipamento praticamente extinto, substituído pela praticidade do email, que aos poucos vai sendo substituído pela conversa em tempo real, como o WhatsApp. Mas, antes do fax, existiu um equipamento que transmitia mensagens que eram gravadas em um papel, num código indecifrável para os leigos. Era o telex, que recebia numa fita perfurada as informações enviadas por outro telex. Restrito ao mundo corporativo, os telex tinham que ser operados por um profissional especializado, dada a sua complexidade. O operador de telex digitava a mensagem no equipamento, que gerava uma fita perfurada com essa mensagem. Depois, o mesmo operador pegava a fita e passava pela máquina, transmitindo ao destino.

Reprodução/Veja SP

 

Continua após a publicidade
  • Telegrafista

Criado em 1835, o Código Morse era a forma mais simples de se transmitir mensagens a longa distância quando a transmissão de voz ainda não era possível. O aparelho que transmitia e recebia tais códigos era chamado “telégrafo”. E mesmo depois do advento da comunicação por voz, as transmissões por Código Morse continuaram um padrão mundial pela facilidade e alcance da transmissão. O código é composto por uma combinação de pontos e traços que podem ser transmitidos tanto por meio de sons quanto de luz, e a pessoa que transmite e também recebe esses códigos é conhecido como telegrafista, que deve saber de cor toda a sequência de combinações, de forma a decifrar a mensagem. Nos dias atuais, com a evolução das comunicações para o âmbito digital, o telégrafo deixou de ser usado oficialmente, e o telegrafista como profissão praticamente não é mais encontrado. Mas muitos rádio-amadores ainda preferem esta forma de comunicação e mantêm vivo o Código Morse até hoje.

Reprodução/Veja SP

 

Continua após a publicidade
  • Parteira

Parteira é aquela mulher que literalmente ajuda do trabalho de um parto. Por opção ou por necessidade, algumas mamães não tinham seus bebês em hospitais, e sim em suas próprias casas, e todo mundo conhecia uma boa parteira na região que nem cobrava pelo serviço. Praticamente extintas por um longo período, as parteiras estão sendo popularizadas novamente por pessoas que preferem um processo mais natural para o parto.

Reprodução/Veja SP

 

Continua após a publicidade
  • Kardexista

Kardex, ou Cardex, é um sistema de fichário usado para organizar informações relativas a um produto. Hoje em dia, isso é facilmente resolvido com um bom programa de controle de estoque por computador, mas antigamente, existia uma pessoa encarregada de manter essas informações organizadas e prontas para uso, como definição de reposição de estoque e informações básicas de cada produto. Essa profissão era chamada de Kardexista.

Reprodução/Veja SP

 

Continua após a publicidade
  • Operador de mimeógrafo

Ah, os tempos de escola primária na década de 70, quando as provas tinham cheiro de álcool de mimeógrafo! A forma mais fácil de fazer cópias naqueles tempos pré-computador era o mimeógrafo, uma geringonça na qual a gente colocava um original feito num papel especial, geralmente batido à máquina, e dava pra fazer diversas cópias. Isso era muito usado para provas e apostilas que deveriam ser entregues aos alunos. Quando o professor não tinha tempo de preparar isso tudo, um profissional especializado o fazia: era o operador de mimeógrafo, que preparava os originais e fazias  tantas cópias quanto necessário.

Reprodução/Veja SP

 

Continua após a publicidade
  • Técnico de conserto de eletrônicos

As pequenas oficinas de consertos de eletrônicos estão desaparecendo. Hoje não é fácil encontrar aquele técnico de bairro que se dispunha a consertar rádios, TVs e aparelhos de som, e isso se deve em parte à perda do hábito de mandar consertar as coisas. Principalmente porque os eletrônicos de hoje têm circuitos tão miniaturizados, que é praticamente impossível para um técnico comum consertá-los. Geralmente o serviço é feito por grandes oficinas, que simplesmente substituem o módulo todo, e não mais trocam componentes como antes. Ou então, se quebrou, jogue fora e compre outro, é assim que o mercado pensa.

Reprodução/Veja SP

 

Continua após a publicidade
  • Vendedor de porta em porta

Eles são uma raridade hoje em dia. Poucos ainda existem em pequenas cidades e áreas rurais, mas aquele profissional que sempre trazia novidades à nossa porta, coisas que não eram facilmente encontradas na nossa vizinhança, praticamente desapareceu. O comércio eletrônico está crescendo como nunca, e até pessoas que jamais pensariam em usar esse serviço, estão cedendo às facilidades das compras on-line, o que ajudou o processo de extinção desta profissão.

Reprodução/Veja SP

 

Continua após a publicidade
  • Amolador

Tesoura amolada na porta de casa é um “luxo” que hoje poucas pessoas têm. O profissional amolador, que vaga pelas ruas à procura de itens pra amolar, está sumindo por falta de trabalho. São poucas as pessoas que hoje têm tesouras que valham a pena serem amoladas, geralmente peças antigas que duram uma vida. Como a maioria dos itens fabricados hoje em dia, as modernas não são feitas pra durar, então é mais fácil comprar novas.

Reprodução/Veja SP

 

Continua após a publicidade
  • Agente de Viagens

Eis aqui uma profissão que ainda existe e é bastante requisitada, mas que está em vias de extinção graças à internet. Os agentes de viagem, profissionais responsáveis por criar roteiros de viagens ao gosto de cada cliente, tiveram uma enorme queda em número de vagas nos últimos anos. Os aplicativos para smartphone desenvolvidos para este fim estão ganhando cada vez mais adeptos, e somente os clientes mais tradicionais ainda optam pelos serviços de um profissional especializado. A expectativa é que estes profissionais desapareçam por completo em até 10 anos.

Reprodução/Veja SP

 

Continua após a publicidade

 

Continua após a publicidade

 

Continua após a publicidade

 

Continua após a publicidade
Continua após a publicidade
Publicidade