Victor Frankenstein
- Direção: Paul McGuigan
- Duração: 109 minutos
- Recomendação: 12 anos
- País: EUA
- Ano: 2015
Resenha por Miguel Barbieri Jr.





Há um ponto de partida diferenciado em Victor Frankenstein que o distancia do livro escrito, em 1818, por Mary Shelley (1797-1851). A perspectiva aqui é a do assistente do cientista, um corcunda de circo, interpretado por Daniel Radcliffe. Em Londres, o intrépido Victor Frankenstein (James McAvoy) enxerga habilidades médicas na “criatura” circense e, como um herói, o resgata de patrões tiranos. A retirada de um edema nas costas, um banho demorado e roupas limpas dão ao rapaz uma imagem de normalidade e um novo nome, Igor. Assim, o doutor e seu ajudante passam a fazer experiências macabras. A primeira delas consiste em reunir pedaços de animais mortos para dar vida a algo, no mínimo, monstruoso. Frankenstein, porém, não está livre de punição e é vigiado pelo inspetor policial Turpin (Andrew Scott). O jovem roteirista Max Landis, de 30 anos, também escreveu a trama de American Ultra, outra estreia da semana. Embora ele acrescente ao enredo Igor, um personagem interessante e inexistente no romance da escritora, as soluções encontradas caem na mesmice. Outra falha está na concepção visual do monstro (sim, ele surge nos minutos finais), que mais parece um boneco de cera raivoso. Estreou em 26/11/2015.
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