Van Gogh — A Sombra do Invisível
Resenha por Helena Galante

Ao entrar no porão do Viga, a plateia pisa mais leve quando dá de cara com as folhas secas que tomam o chão, as cadeiras e o tablado onde João Paulo Lorenzon, também responsável pela dramaturgia de Van Gogh — A Sombra do Invisível, respira pesado. Ao interpretar as angústias lúcidas que Vincent van Gogh escreveu em cartas para seu irmão Théo, o ator, dirigido por Helena Fraga, imprime o tom atormentado associado ao pintor, mas reforça seu inegável encantamento por tudo que via. O trecho final do espetáculo pede um exercício e tanto de contemplação, que fica mais natural depois de ouvir estes versos: “Ache belo tudo o que puder, a maioria das pessoas não acha belo o suficiente” (50min). 12 anos. Estreou em 3/8/2019. Teatro Viga Espaço Cênico — Sala Piscina. Sábado, 21h; domingo, 19h. R$ 60,00. Até 24 de novembro.
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