Trajetória Sexual
- Direção: Álamo Facó
- Duração: 60 minutos
- Recomendação: 16 anos
Resenha por Dirceu Alves Jr.





Batizada de Trilogia da Perda, a série de monólogos concebida pelo ator carioca Álamo Facó começou morna com Talvez (2008), atingiu o ápice em Mamãe (2015) e se encerra, mais polêmica, neste Trajetória Sexual. Com texto e atuação de Facó e direção dividida entre ele, Gunnar Borges e Renato Linhares, o solo atual se mostra o mais oportuno dos três por trazer à tona um tema comumente ignorado pelos homens. O protagonista revela suas experiências bissexuais para, enfim, se abrir diante da multiplicidade disponível no mercado. Valentina, Catarina, Ariel, Céu, Maurício, Laila, não importa. Ele ama, desama, curte e sofre, mas se abre para o desejo. Facó é provocativo e até detalhista na narração das aventuras sexuais e envolve o espectador em um caminho performático que desafia o discurso conservador em voga na sociedade (70min). 16 anos. Estreou em 18/10/2018. Até domingo (11).
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