Rafiki
- Direção: Wanuri Kahiu
- Duração: 82 minutos
- Recomendação: 14 anos
- País: África Do Sul, Quênia e França
- Ano: 2018
Resenha por Miguel Barbieri Jr.



A homossexualidade é crime no Quênia e, por trazer à tona o relacionamento de duas mulheres, Rafiki tem valor e importância. Isso, porém, não significa que seja um bom filme. Embora corajoso e transgressor (tanto que foi proibido no país africano), o longa-metragem tropeça no roteiro, com situações que poderiam ter sido mais bem aprofundadas. O drama se passa em Nairóbi e mostra a aproximação de Kena e Ziki, interpretadas por Samantha Mugatsia e Sheila Munyiva. Kena quer ser enfermeira, e a bela Ziki dança pelas ruas com seus dreads coloridos. Ambas são filhas de políticos rivais, o que dificulta a relação das duas. A história, então, segue uma cartilha muito comum: romance proibido temperado com fofocas, preconceito e violência. Direção: Wanuri Kahiu (Quênia mais seis países, 2018, 83min). 14 anos. Estreou em 8/8/2019.
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