O Último Amor de Casanova
- Direção: Benoît Jacquot
- Duração: 98 minutos
- País: França
- Ano: 2019
Resenha por Miguel Barbieri Jr.





Donald Sutherland, Marcello Mastroianni e Heath Ledger foram alguns dos atores que interpretaram Casanova no cinema. Mas eis que surge O Último Amor de Casanova, mais um registro sobre o incorrigível sedutor italiano. Desta vez o papel ficou com Vincent Lindon, grande ator francês (do recente Em Guerra, por exemplo), que, infelizmente, não é o tipo ideal para o personagem. O roteiro também pouco acrescenta à vida do protagonista e começa em 1793, em seu exílio na Boêmia. Retrocede, então, trinta anos para mostrar como ele conheceu Marianne de Charpillon (Stacy Martin). Fugindo de Veneza e durante uma estada em Londres, Casanova se encantou com a jovem, que vendia seu corpo obrigada pela mãe. O relacionamento deles é o que move a história e também o que a emperra. Casanova não consegue levá-la para a cama por uma série de desencontros. Ou seja: a mulher que ele amou (conforme aponta o título) foi aquela inconquistável. É assim mesmo: tão óbvio e banal quanto parece. Direção: Benoît Jacquot (Dernier Amour, França, 2019, 98min). 14 anos. Estreou em 26/12/2019.
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