O Arquiteto e o Imperador da Assíria
Resenha por Dirceu Alves Jr.



Em 1967, o dramaturgo espanhol Fernando Arrabal recorreu ao absurdo para discutir manipulação e autoritarismo em O Arquiteto e o Imperador da Assíria. Uma nova montagem do texto, dirigida por Léo Stefanini, ganha o palco cinco décadas depois, e o resultado é um tanto acanhado. Na trama, um nativo (o ator Eduardo Silva) vive sozinho em uma ilha deserta até o aparecimento de outro sujeito (papel de Rubens Caribé). Único sobrevivente de um acidente aéreo, este se apresenta como um imperador e divulga suas ideias, criando um embate capaz de despertar sentimentos diversos. A direção peca pelo excesso de timidez. Não se percebe um aprofundamento em questões políticas e sociais. Nem mesmo o choque entre homens de personalidades tão distintas é explorado de forma a estimular os atores e dialogar com a intolerância reinante da atualidade (80min). 12 anos. Estreou em 13/4/2018. Até 1º/7/2018.
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