Nasce Uma Estrela
- Direção: Bradley Cooper
- Duração: 136 minutos
- Recomendação: 16 anos
- País: Estados Unidos
- Ano: 2018
Resenha por Miguel Barbieri Jr.












Os bastidores do cinema foram pano de fundo para as duas primeiras versões de Nasce uma Estrela, de 1937 e 1954. A música só entrou na mais famosa adaptação, a de 1976, estrelada por Barbra Streisand e Kris Kristofferson. Estreando como cineasta, o ator Bradley Cooper (da comédia Se Beber, Não Case!) é quase fiel ao filme da década de 70 e, entre altos e baixos, entrega um romance musical para agradar às plateias de várias gerações. A primeira parte se mostra plausível e, sem pressa, exibe a aproximação casual entre Jack (Cooper) e Ally (Lady Gaga). Ele é um astro do country rock; ela, embora dona de uma bela voz, prefere ter emprego fixo. Encantado, Jack a convida para cantar com ele no palco — na melhor sequência do filme, diga-se de passagem. Quando nasce a estrela Ally, o roteiro aperta o passo. Enquanto a jovem faz sucesso e ganha prêmios (numa velocidade improvável), o cantor se agarra aos vícios no álcool e na cocaína. Gaga não faz feio como atriz, mas Cooper, protagonista, diretor, produtor e roteirista, se destaca não só pelo empenho em várias funções como também por não deixar a peteca cair com um microfone na mão. Vale a aposta: deve emplacar indicação ao Oscar. Direção: Bradley Cooper (A Star Is Born, EUA, 136min). 16 anos. Estreou em 11/10/2018.







