Mondrian e o Movimento De Stijl
Resenha por Julia Flamingo







As inconfundíveis telas de linhas verticais e horizontais que formam quadrados e retângulos pintados nas cores primárias amarelo, azul e vermelho chegam à cidade para uma grande exposição do seu autor, Piet Mondrian (1872-1944). Com inauguração prometida para segunda (25), a mostra reúne trinta obras do holandês. Algumas delas são paisagens e naturezas-mortas quase desconhecidas, nas quais se vê sua inspiração no pontilhismo e no impressionismo. Das primeiras experiências até a arte que o tornou conhecido no mundo todo, passaram-se quase trinta anos. Também estão expostas outras quarenta peças de artistas que participavam do movimento encabeçado por Mondrian, intitulado De Stijl. Surgido em 1917, na Holanda, o grupo frequentado também por Theo van Doesburg e pelo húngaro Vilmos Huszár desenvolveu uma estética que refletia o desejo de paz — eles viviam o auge da I Guerra Mundial e da Revolução Russa. A pintura disciplinada ressaltava o equilíbrio e a harmonia, deixava de lado as formas maleáveis da natureza e chegava perto da racionalidade da arquitetura. Motivos suficientes para formar filas na porta do CCBB.
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