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Joaquín Torres García

Resenha por Jonas Lopes:

Em 1978, um incêndio destruiu parte do MAM do Rio de Janeiro. Com ele, perderam-se cerca de oitenta obras que compunham uma retrospectiva do uruguaio Joaquín Torres García (1874-1949). Uma nova mostra tenta atenuar essa mancha da relação entre o país e o artista. Geometria, Criação e Proporção reúne 150 trabalhos realizados de 1913 a 1943. Há telas, desenhos, afrescos, colagens, objetos, uma coleção de livros e documentos pessoais. Nome fundamental do modernismo latino-americano, Torres García nasceu em Montevidéu, mas ainda na adolescência mudou-se para Barcelona. Morou também na França, na Inglaterra e nos Estados Unidos. Esse aspecto itinerante é abordado na exposição através de A Idade de Ouro da Modernidade, mural feito para um palácio catalão,e de um óleo inspirado no caos urbano de Nova York, repleto de arranha-céus, trens e cartazes de propaganda. No fim da década de 20, o artista adentra o período mais criativo da carreira, de caráter construtivista. Nessa fase, mistura as formas geométricas típicas de sua época a elementos da arte pré-colombiana. Também em cartaz
na Pinacoteca: Carlos Bunga (instalação). Até 26/02/2012.

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