Fulaninha e Dona Coisa
- Direção: Daniel Herz
- Duração: 70 minutos
- Recomendação: 12 anos
Resenha por Dirceu Alves Jr.

As atrizes Aracy Balabanian e Louise Cardoso fizeram sucesso com a peça Fulaninha e Dona Coisa no início dos anos 90. A comédia de Noemi Marinho, agora comandada pelo diretor Daniel Herz, voltou aos palcos em uma proposta fora do óbvio. Mocinha conhecida das novelas, Nathalia Dill assume o papel de Fulaninha, a jovem interiorana que se assusta ao falar no telefone, tem medo de elevador e lava a roupa na piscina. Premiada pela performance no musical Chica da Silva, Vilma Melo interpreta Dona Coisa, a executiva ocupada e exigente. Recém-separada do marido, ela não dá folga à garota nem aos domingos, inclusive porque se sente muito sozinha em casa. Tudo começa a mudar quando Fulaninha arruma um namorado (o ator Rafael Canedo). A montagem não determina a data da ação e propõe ao espectador esquecer as transformações tecnológicas e sociais das últimas décadas. Soa estranha a irritação da patroa diante da incapacidade da funcionária em anotar os recados com precisão ou mesmo sua despreocupação com as leis trabalhistas. A peça, no entanto, ainda se sustenta em meio aos divertidos estereótipos e mantém o fôlego na terna relação estabelecida entre as protagonistas. Mesmo que Vilma sobressaia no timing cômico, Nathalia empresta uma ingenuidade quase infantil à personagem, que leva o público a ignorar as indefinições da direção (70min). 12 anos. Estreou em 7/10/2017.
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