Ele Até Tem Seus Olhos
- Direção: Lucien Jean-Baptiste
- Duração: 95 minutos
- País: França
- Ano: 2016
Resenha por Alessandra Balles


Sali (Aïssa Maïga) e Paul (Lucien Jean-Baptiste, que também dirige o longa) formam um casal afro-francês que sonha em adotar uma criança. Quando, após grande espera, enfim recebem a notícia de que a vez deles chegou, também são surpreendidos pelo fato de o bebê Benjamin ser loiro de olhos azuis. O casal negro só pensa em cuidar do filho (e passar na avaliação do departamento de adoção, claro), mas a situação causa estranheza na própria assistente social responsável pelos trâmites e até na família imigrante de Sali. O filme usa essa circunstância (surpreendente?) para criticar temas como burocracia e, claro, racismo. Sali é confundida o tempo todo como sendo a babá de Benjamin, mesmo quando reafirma que o menino é seu filho. Isso acontece em várias situações: quando ela sai com amigas e alguém começa a questionar sobre o menino diretamente para a amiga branca, como se ela fosse a mãe, e ao encontrar com outras babás em um parque. É daquelas comédias leves que fazem sorrir (não gargalhar), pensar e se emocionar. Netflix.
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