Coleções Sob Guarda Provisória
Resenha por Jonas Lopes

Pinçados em um universo de cerca de
2 000 obras, os desenhos, pinturas, gravuras e esculturas
reunidos na mostra pertenciam a coleções
do banqueiro Edemar Cid Ferreira, do investidor
Naji Nahas e do traficante Juan Carlos Abadia. Por
determinação da Justiça, estão sob a guarda provisória
do Museu de Arte Contemporânea
da USP, que resolveu apresentar uma
seleção de 118 peças desse material
em sua unidade no Parque do Ibirapuera.
Trata-se de uma chance rara
de conferir num museu algumas
pérolas até então exibidas somente
em mansões e escritórios luxuosos.
Maior dos três, o acervo de Edemar
combina nomes nacionais e internacionais,
tanto concretistas quanto contemporâneos.
Nahas dedicava-se ao modernismo, e
Abadia, a criações recentes. Apesar da falta de um
conceito claro que interligue os trabalhos, entre
eles há produções de figurões como o espanhol
Joan Miró, Portinari, Di Cavalcanti, Amilcar de
Castro, Mira Schendel e Antonio Gomide (seu
pastel Torso Feminino é um ponto alto da mostra).
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