Battleship – A Batalha dos Mares
- Direção: Peter Berg
- Duração: 131 minutos
- Recomendação: 10 anos
- País: EUA
- Ano: 2012



Resenha por Miguel Barbieri Jr.:
Battleship é um jogo de batalha naval da Hasbro,
que serviu de base para essa aventura de ficção
científica. Escrito pelos irmãos Jon e Erich Hoeber
(os mesmos do medonho “Terror na Antártida”),
o roteiro ultrapassa o limite da fantasia e do
bom senso. Embora o grande prólogo se aproxime
de um drama romântico, o restante vem carregado
de efeitos visuais megalomaníacos e barulheira
sem fim. Na trama, Alex Hopper (o insosso
Taylor Kitsch, de John Carter) só quer sombra e
água fresca até o dia em que seu irmão, o comandante
da Marinha Stone (Alexander Skarsgard),
lhe dá um ultimato. Como está apaixonado pela
fisioterapeuta Sam (Brooklyn Decker), filha de
um almirante (Liam Neeson), Alex decide seguir
a carreira do irmão. Em treinamento nos mares do
Havaí, eles e a tripulação dos navios vão deparar
com gigantescas naves vindas do fictício planeta
G. A partir daí, o longa-metragem vira uma batalha
ensurdecedora entre humanos e alienígenas.
Para não ir muito longe, o enredo parece uma
mistura esdrúxula de fitas como “Predador”, “Alien” e “Transformers”. O resultado vem revestido de um
meloso ufanismo americano e fica aquém de
qualquer expectativa. Estreante no cinema, a estrela
da música Rihanna não canta nem encanta. Estreou em 11/05/2012.







