Asger Jorn

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Resenha por Jonas Lopes

Criado em Paris em 1948 e ativo até três anos depois, o grupo vanguardista CoBrA pregava a completa liberdade no uso de formas e cores. O nome homenageava as cidades dos membros fundadores: Copenhague (Dinamarca), Bruxelas (Bélgica) e Amsterdã (Holanda). Quem representava o eixo dinamarquês era Asger Jorn (1914-1973), lembrado com a mostra Um Desafio à Luz. Considerado o maior artista escandinavo desde o norueguês Edvard Munch, ele tinha uma ampla gama de interesses — além de pintar, escrevia livros e fazia trabalhos de cerâmica e tapeçaria. A exposição paulistana compõe-se de 102 obras realizadas desde 1937 até o fim da vida. Elas são provenientes do museu que leva seu nome, localizado em Silkeborg, e concentram-se em gravuras, desenhos e colagens. Há ainda quatro telas. Jorn explora várias influências, do expressionismo ao surrealismo, para alcançar um resultado violento e colorido entre a figuração e a abstração. Também em cartaz no Instituto Tomie Ohtake: ✪✪ Thom Mayne (maquetes) e ✪✪ Paulo Bruscky (registros de performances). De 04/09/2012 a 28/10/2012.

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