A Moça do Calendário
- Direção: Helena Ignez
- Duração: 86 minutos
- Recomendação: 14 anos
- País: Brasill
- Ano: 2017
Resenha por Dirceu Alves Jr.





Figura mítica das telas, a atriz Helena Ignez desenvolveu uma carreira de cineasta que ainda dialoga com a contracultura e o movimento udigrúdi, representados, entre outros, por ela na virada dos anos 60 para os 70. Seu novo longa, A Moça do Calendário, é mais um expoente dessa corrente e, apesar do atual e contundente discurso, resulta antiquado no conjunto. Na trama, um mecânico (papel de André Guerreiro Lopes) sofre com a dureza da rotina. Ele idealiza, então, um amor pela bela moça (vivida por Djin Sganzerla) que ilustra a folhinha que marca os dias sempre iguais na oficina. Boas tramas, como a da professora perseguida (a atriz Naruna Costa), são diluídas em meio a tantas ideias exploradas de forma irregular. As atuações de Guerreiro Lopes e Djin (foto), porém, merecem destaque (Brasil, 2017, 86min). 16 anos. Estreou em 27/9/2018.
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