A Esposa
- Direção: Björn Runge
- Duração: 100 minutos
- Recomendação: 12 anos
- País: EUA,Suécia
- Ano: 2017
Resenha por Miguel Barbieri Jr.






Não existe atriz de sua geração mais injustiçada na história do Oscar do que Glenn Close (foto). Três vezes indicada ao prêmio de melhor atriz e três de coadjuvante (por trabalhos notáveis como Atração Fatal e Ligações Perigosas), a estrela, de 71 anos, jamais ganhou a estatueta dourada e deve ter outra chance neste ano, após ser laureada com o Globo de Ouro. Seu desempenho em A Esposa é irrepreensível e o roteiro tem uma reviravolta de deixar a plateia surpresa. Numa cidade de Connecticut, em 1992, Joe Castleman (Jonathan Pryce) acorda com um telefonema. Escritor veterano, ele foi o vencedor do Prêmio Nobel de Literatura e é convidado para a cerimônia e encontros em Estocolmo. Vai acompanhado da esposa, Joan (Glenn), e do filho (Max Irons). No mesmo avião em direção à Suécia encontra-se Nathaniel Bone (Christian Slater), um insistente repórter que pretende fazer uma biografia não autorizada do autor. O roteiro vai desfiando uma história de ressentimentos, mentiras e traições. Pryce faz ótima dupla com Glenn, que brilha como a mulher submissa que sabe a hora de sair da sombra e, aí, rouba a cena apenas com o rancor nos olhos. Direção: Björn Runge (The Wife, EUA/Inglaterra/Suécia, 2017, 100min). 12 anos. Estreou em 10/1/2019.
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