50 anos de Realismo

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Resenha por Tatiane de Assis

O ponto de partida da megaexposição 50 Anos de Realismo, no Centro Cultural Banco do Brasil, está nos anos 60. Já a linha de chegada explora as possibilidades atuais da realidade virtual. É no meio do caminho, porém, entre as cerca de 100 obras de trinta artistas, que estão algumas das melhores peças. Retratos do zimbabuense Craig Wylie revelam minúcias de personagens de expressões pouco decifráveis. pedro Campos também merece atenção ao oxigenar o gênero da natureza-morta em Hot Day (à dir.; 2008). Na versão do espanhol, saem as flores e entram latinhas de refrigerante e energético. No saguão, uma escultura de um dançarino de butô de 2 metros leva a assinatura do jovem brasileiro Giovani Caramello. Até 14 de janeiro.

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