Quem é Malévola, influenciadora solta no Egito após prisão polêmica
Natural do ABC Paulista, criadora de conteúdo de 22 anos acumula seguidores e já protagonizou desentendimentos com famosos nas redes sociais
A influenciadora digital Mariana Alves Gadelha Pereira, conhecida como Malévola Alves, de 22 anos, ganhou as manchetes brasileiras após ser presa na terça-feira (20), em Alexandria, no Egito, durante uma viagem com uma amiga. A detenção provocou repercussão nas redes sociais e terminou com a soltura das duas nesta quarta-feira (21).
Quem é Malévola Alves?
Natural de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, Malévola é uma mulher trans que ganhou popularidade nas redes sociais com vídeos de humor, moda, viagens e situações do cotidiano. Conhecida pelos comentários provocativos, reúne cerca 1,4 milhão no Instagram.
Em 2024, Mariana ampliou sua projeção ao participar do Rancho do Maia, reality show digital organizado pelo influenciador Carlinhos Maia. Desde então, seu nome passou a aparecer com frequência em discussões e episódios que viralizaram na internet.
Polêmicas
Em março de 2025, ela relatou ter sofrido transfobia durante uma apresentação do musical Wicked, no Teatro Renault, em São Paulo. Segundo a produção do espetáculo, uma denúncia de transfobia provocou um tumulto na plateia, e a Polícia Militar foi acionada. A mulher apontada como responsável pelas ofensas deixou o teatro.
Já em abril de 2026, Malévola protagonizou uma discussão pública com Jojo Todynho, depois de contestar o valor cobrado por um procedimento capilar em um salão de beleza. A cantora defendeu o cabeleireiro, e a troca de declarações terminou com acusações de transfobia feitas por Malévola, negadas pela defesa de Jojo.
O desentendimento também envolveu o funkeiro MC Paiva e a influenciadora Soso Careca, namorada do cantor. A discussão, iniciada nas redes sociais, terminou em uma confusão na saída de um cinema em um shopping de São Paulo.
Por que Malévola foi presa no Egito?
Segundo o Ministério do Interior egípcio, a detenção ocorreu após a circulação de vídeos em que as brasileiras aparecem dançando e fazendo gestos considerados de conotação sexual pelas autoridades locais. O governo também acusou as duas de assediar pedestres. As alegações são investigadas pela Promotoria Pública do país.
Em publicações feitas durante a detenção, Malévola afirmou que policiais haviam recolhido os passaportes das duas e feito perguntas sobre suas identidades de gênero. O governo egípcio, porém, não apresentou a identidade de gênero como justificativa oficial para a prisão.







