Janaina Leite ocupa o Instituto Capobianco com duas estreias
Elogiada pelo The New York Times, dramaturga apresenta trabalhos inéditos no centro até dezembro
Apontada pelo jornal The New York Times como a autora de uma das obras mais surpreendentes do teatro contemporâneo, História do Olho, e elogiada pelo grande diretor alemão Thomas Ostermeier durante a última MITsp — Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, a dramaturga paulistana Janaina Leite cumpre residência artística no Instituto Capobianco, no centro, até dezembro.
A ocupação exibe a performance O Corpo Material e Imaterial em Suas Borderlines (de 16 a 24 de outubro) e a estreia de A Caixa Preta — Versão Demo (a partir de 13 de novembro). Pensada há três anos, a nova criação mistura máquinas do século xVIII, hologramas e realidade aumentada para investigar os limites entre corpo, memória e tecnologia.
“Existe hoje uma profusão de nomes femininos na cena brasileira que ganharam projeção internacional. Elas levam pelo mundo o Brasil como um espaço de referência, experimentação e performatividade”, reflete a artista.
Publicado em VEJA São Paulo de 16 de outubro de 2026, edição nº 3017.







