Jorge Ben Jor é ‘exemplo brutal para todos que vieram depois dele’, diz BNegão
Álbum África Brasil, clássico de 1976, completa 50 anos e ganha tributo do cantor
Neste ano, celebram-se cinco décadas de um clássico na carreira de Ben Jor, o álbum África Brasil (1976). Foi a transição definitiva do violão — até então, sua marca registrada — para a guitarra, com uma irresistível mistura de sonoridades brasileiras, africanas, norte e hispano-americanas.
“Jorge é um artista gigante que fez várias revoluções dentro da própria carreira. É a referência máxima da minha geração, a dos anos 1990”, comenta o cantor BNegão. “Na verdade, ele é uma influência brutal para todos que vieram depois dele.”
Desde 2024 se apresentando com o projeto BNegão e a Ponta de Diamante Cantam A Tábua de Esmeralda, ele estreia ainda neste ano, no Rio de Janeiro, um tributo ao África Brasil, ao lado do grupo Seletores de Frequência.
“Entendo totalmente o Gilberto Gil. Eu também poderia falar: ‘Vou dar um tempo das minhas músicas e só cantar Jorge Ben’”, diverte-se o artista, sobrinho de J.T. Meirelles (1940-2008), arranjador dos três primeiros discos de Ben Jor.
Publicado em VEJA São Paulo de 16 de outubro de 2026, edição nº 3017.







