W São Paulo: conheça o hotel que aparece em ‘Quem Ama Cuida’
Em uma moderna torre na Rua Funchal, na Vila Olímpia, hotel oferece vista panorâmica para a cidade e ganha projeção no horário nobre
A capital paulista está ambientando a trama das 9 Quem Ama Cuida, cada dia mais pulsante. Vários pontos da metrópole já se destacaram em cenas marcantes, mas o W São Paulo aparece logo na abertura, com sua fachada prata e reluzente. A partir do 25º andar do prédio, o hotel, inaugurado há quase dois anos, tem 179 apartamentos (dezesseis deles suítes), decoração arrojada e alta tecnologia, com automação de luzes e cortinas.
“É muito positivo ver o W São Paulo presente no horário nobre da Globo, com a nossa fachada aparecendo diariamente na novela das 9. É uma visibilidade importante para o hotel, que reforça a nossa conexão com a cidade”, comemora o gerente-geral, Eduardo Yashimoto. “Para quem nos visita, essa experiência ganha outra dimensão com a vista de São Paulo — um verdadeiro cartão-postal e um dos grandes diferenciais do hotel.”
De fato, estar no W faz com que o hóspede se sinta parte integrante da grandeza que é a cidade, vista do alto do arranha-céu. Dos quartos, dos três restaurantes, do spa ou do bar, pode-se avistar a metrópole de cima e apreciar seu movimento contínuo.
O hotel tem uma programação atraente para quem busca lazer. No Spa AWAY, voltado para massagens e produtos que reforçam a brasilidade, as terapias são batizadas com nomes como Amazônia, Nordeste e Pampas Gaúchos e realizadas com ingredientes nativos, como açaí, bacuri, buriti, umbu e butiá.
O clima aconchegante do Baio, no 23º piso, com sua cozinha sulista e feijoada (aos sábados), e as noites do L40 com DJs também são convidativos. Este restaurante, localizado no 40º andar, tem visual panorâmico e oferece uma culinária global, sob o comando do chef Victor Romanin.
“Se eu tivesse um date, começaria no Baio ou no L40 e depois iria para o rooftop, pediria uma champanhe e terminaria a noite nas espreguiçadeiras da piscina, curtindo a vista, as estrelas e a companhia”, aconselha o badalado Felipe Ishihama, diretor de alimentos e bebidas. “É aquele tipo de lugar discreto, confortável e acolhedor, que deixa o momento surpreendente e mágico. Não conheço outro melhor na cidade.
Um bar nas alturas
A cultura de bar parece bem à vontade na rede W. E não apenas em São Paulo. Difícil esquecer as coqueteleiras e garrafas nos quartos da unidade de Bangcoc, para o hóspede que queira brincar de bartender.
Por aqui, o grande lugar da coquetelaria no hotel fica no 23º andar. Tem janelões que dão para o skyline da cidade, um balcão todo iluminado e banquetas e sofazinhos para hóspedes e não hóspedes que escolhem beber ou petiscar nessa área do restaurante Baio Cozinha Sulista, que tem assinatura do chef Tuca Mezzomo.
As composições etílicas ficam a cargo da bartender Rachel Louise (ex-Tuju). Desde fevereiro na rede, a nova bar manager do W lança mão de ingredientes nacionais e referências do Sul na carta. A bergamota, por exemplo, é um insumo do break fast at dinner, drinque de rum, cereal matinal, semente de papaia e Licor 43.
Vale ainda provar o abóbora old fashioned, versão do clássico de uísque com um fundinho da hortaliça. Tão conectado com a cultura de bar, o espaço lançou o Talk & Taste, evento que, de tempos em tempos, recebe bartenders tarimbados para mostrarem seu trabalho.
E vale sempre consultar o setor não alcoólico e criativo da carta. Petisquetes ajudam a noite a durar mais, caso da tartelete de tomate na brasa com folha de capuchinha e bottarga. (Saulo Yassuda)
Publicado em VEJA São Paulo de 2 de outubro de 2026, edição nº3015






