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Guns N' Roses

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Guns N' Roses

Resenha por Pedro Ivo Dubra Resenha por Pedro Ivo Dubra

Quando o Guns N’ Roses lançou seu último álbum, Chinese Democracy, em 2008, após consumir catorze anos e 15 milhões de dólares, o empresário da banda de hard rock americana soltou uma declaração patética: “Você já imaginou alguém dizendo para Michelangelo correr com a Capela Sistina? Não se apressa uma obra de arte”. Bastou ouvir o CD para a crítica, quase unânime, notar que pintores de parede fariam algo melhor do que Axl Rose e companhia. Felizmente, no sábado (13/03), os 38 000 fãs aguardados no Parque Antártica poderão curtir velhos sucessos do conjunto surgido em 1985. Axl, o vocalista e único remanescente da formação original na qual já se reuniram caras como o guitarrista Slash e o baixista Duff McKagan, parece ter assimilado a controvérsia causada pelo novo trabalho e não deseja decepcionar a plateia paulistana, em jejum de shows do Guns desde 1992. Para o bem da multidão, ao repertório de Chinese Democracy ele vem acrescentando uma penca de coisas pertencentes a Appetite for Destruction, o impactante début de 1987. Quando soarem os riffs de Paradise City, Sweet Child O’ Mine ou Welcome to the Jungle, o público vai ter a certeza de que bom mesmo era antigamente. Com três passarelas para os músicos ficarem perto da galera, o espetáculo será aberto pelo cantor canadense Sebastian Bach, ex-vocalista do Skid Row.

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Informações atualizadas em 15/03/2010 Cheque antes de sair Os estabelecimentos podem alterar horários, preços e formas de pagamento sem aviso prévio.

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