Gourmet

Vinhos de verão

Tiago Locatelli, sommelier do restaurante Varanda, eleito duas vezes o profissional do ano por Veja São Paulo especial “Comer & Beber”, indica as melhores garrafas da estação

Por: Patricia Moterani - Atualizado em

  • Voltar ao início

    Compartilhe essa matéria:

  • Todas as imagens da galeria:

A convite de VEJA LUXO, o sommelier Tiago Locatelli diz quais são os vinhos do verão:

MOËT & CHANDON ICE IMPÉRIAL (750 ml, 299 reais)

Feito para tomar exclusivamente com cubos de gelo, este espumante é uma boa opção para o calor nos trópicos. Ele tem blend de uvas pinot noir (40 a 50%), pinot meunier (30 a 40%) e chardonnay (10 a 20%) e é considerado demi-sec, com 45 gramas de açúcar por litro. Portanto, não estranhe se sentir um gosto adocicado ao fim de cada gole. Antes de servir em taça tipo cabernet, resfrie a garrafa a 8 ºC.

ESPUMANTE CAVE GEISSE BRUT (750 ml, 59 reais)

Dos vinhos nacionais, esse o é o que tem alcançado grande prestígio entre os apreciadores de espumantes. Produzido pela vinícola gaúcha Geisse, é feito pelo método tradicional (a segunda fermentação acontece na própria garrafa) e tem 70% de uvas chardonnay e 30% de pinot noir. Nesta faixa de preço, ele se destaca dos similares importados, pela boa relação qualidade-preço.

RICCADONNA ASTI (750 ml, 50 reais)

Com 100% de uvas brancas moscato cultivadas em Asti, região do Piemonte, na Itália, é leve e doce. A dica é resfriar a 5ºC e servir acompanhado de sobremesas à base de frutas.

CÔTES DE PROVENCE (ROSÉ) (750 ml, 70 reais)

Um rosé de qualidade é a bebida perfeita para saciar a sede no verão. Esse, produzido pela vinícola Domaine Sorin, vem da região da francesa Provence e tem em sua composição uma gama variada de uvas, entre elas grenache, syrah e mourvèdre. Para não errar na hora da comprar, prefira a safra mais jovem disponível. Safras com mais de três anos costumar perder todo frescor característico deste tipo de vinho.

EGON MÜLLER SCHARZHOF RIESLING 2009 (750 ml, 135 reais)

A uva riesling, cultivada originalmente entre as fronteiras Alemanha e França e hoje espalhada por muitos outros países, é considerada uma casta branca excepcional e dá origem a vinhos que variam dos secos aos doces. Em comum, todos têm o aroma de frutas e flores, além de acidez alta, que garante frescor e longevidade. Parte deles pode envelhecer algum tempo na adega e ganha complexidade com o passar do tempo.  Elaborado no  vale do Mosel, na Alemanha, o Egon Müller Scharzhof Riesling 2009 é um demi-sec.

Fonte: VEJA SÃO PAULO