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Saiba quais são as exposições que fecham nesta sexta-feira (12)

Algumas mostras em cartaz em São Paulo não funcionam no feriado; veja nossa lista para não errar no roteiro

Por: Redação VEJINHA.COM - Atualizado em

Cassio Michalany
Cassio Michalany (Foto: Divulgação)

Confira abaixo seis exposições que não estarão abertas neste feriado do dia 12 de outubro:

  • Em Espaços da Cor, a correria avassaladora do mundo contemporâneo não tem lugar. Nas dezesseis obras, o pintor paulistano — em contato direto com expoentes do minimalismo, como o americano Brice Marden — dá prosseguimento a um método que já o ocupa há duas décadas: o exercício de permutação de áreas de cor. Ou seja, rearranjar de variadas formas os trechos coloridos nas telas, no intuito de instigar a percepção do público. Isso fica muito claro no conjunto de oito trabalhos, todos com três faixas verticais em marrom, vermelho e tons escuros de verde ou azul. No início, eles parecem iguais, e apenas a apreciação cuidadosa revela as distinções. Completa a exposição uma série de dípticos. Também em cartaz no espaço: ✪✪ Estatificação e Ruptura: o Processo Como Forma (instalações, objetos, vídeos). Preços não fornecidos. De 29/08/2012 a 20/10/2012.
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  • Artista da nova geração de pintores, a paulistana Ana Sario exibe Incriado. Aparecem na seleção dez telas e uma instalação, que consiste em um barco de pesca suspenso por cabos de aço. Preço das obras: R$ 3.500,00 a R$ 72.000,00. De 11/10/2012 a 08/11/2012.
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  • De todas as vertentes de abstração desenvolvidas ao longo do século XX, nenhuma viu sua influência se estender durante tanto tempo quanto o construtivismo. Desenvolvido a princípio no período de eclosão da Revolução Russa, o gênero pregava uma abordagem meramente formal da arte, sobretudo através de aspectos geométricos e matemáticos. Um panorama do legado construtivista pode ser apreciado na mostra, cuja intenção é aproximar as produções da Inglaterra e do Brasil. Herdeiros diretos de correntes de vanguarda europeias anteriores, a exemplo do futurismo e do cubismo, os ingleses anteciparam nossos neoconcretistas ao pensar em um modo de começar a tridimensionalizar os trabalhos, algo perceptível nos relevos de Anthony Hill e do casal Kenneth e Mary Martin. Por aqui, a onda teve início na primeira Bienal, em 1951, quando foi premiada a escultura Unidade Tripardida, do suíço Max Bill. A exposição exibe obras de muitos talentos: Franz Weissmann, Sergio Camargo, Judith Lauand e Willys de Castro, entre outros. De 04/09/2012 a 02/12/2012.
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  • Doze obras compõem Hardware Seda — Hardware Silk. As peças seguem o estilo irreverente da paulistana Jac Leirner, que cria suas peças a partir da reunião de objetos variados colhidos no cotidiano. Vide Coleção Particular, uma escultura composta de porcas de parafuso, e Retrato, feita com cartões-postais com a imagem de gênios do passado (Mahler, Giacometti, Cocteau). Ainda melhor é Skin (Smoking Red), espécie de tela minimalista formada por sedas para embalar tabaco. Preços não fornecidos. De 03/09/2012 a 27/10/2012.
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  • Um interessante diálogo entre a arte contemporânea e a popular pode ser visto na ótima mostra em cartaz na Galeria Estação. Nela, o naïf paulista Ranchinho (1923-2003), nascido em Oscar Bressane, tem seus quadros retrabalhados pelo paulistano Rodrigo Andrade, ex-integrante do grupo Casa 7, revelado nos anos 80. Filho de boias-frias, Ranchinho, portador de deficiência mental, não conseguia permanecer em nenhum emprego. Aprendeu a desenhar e, depois de alguns anos, chegou a atrair a atenção de colecionadores pelas surpreendentes noções de composição e perspectiva. Na exposição, dez trabalhos de cada um são colocados lado a lado. Andrade afirma ter feito imitações e não releituras — de fato, apreciadas de longe, as obras parecem idênticas, diferentemente das delirantes recriações de Picasso para As Meninas, de Velázquez. Ao se aproximar, contudo, o espectador pode observar as espessas camadas de tinta características das recentes telas negras de Rodrigo, exibidas na Bienal de 2010. De 31/08/2012 a 31/10/2012.
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  • Ex-libris reúne três séries de fotos e um vídeo da artista chilena radicada em São Paulo. Destaque para Grenier, formada por dezoito imagens clicadas no sótão de uma casa de fazenda do interior da França e que se assemelha a pinturas desfocadas. O sinistro vídeo Dormitório evoca um estranho vulto (da própria Patricia) num quarto vazio. Ligadas à solidão e à memória, as obras ganham muito com a decisão de ambientar a sala da exposição com uma luz mais baixa. Preços não fornecidos. Também em cartaz na Galeria Leme: ✪✪ Felipe Cama (pinturas e impressões). De 05/10/2012 a 10/11/2012.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO