Negócios

O lucrativo mercado do sexo na cidade

As histórias surpreendentes e as estratégias dos empresários do ramo erótico na capital, um setor que dribla a crise e espera crescer 8,5% em 2015

Por: Ana Carolina Soares - Atualizado em

sexo na cidade
Lola Benvenutti: a ex-prostituta virou consultora para mulheres e casais (Foto: Fernando Moraes (Locação desta foto: Lush Motel))

No sofá mais vistoso de um espaço de eventos em Pinheiros, Gabriela Natalia Silva, de 24 anos, senta-se pelo menos uma vez por semana e fala com calma a uma plateia de doze mulheres, na maioria quarentonas animadas. A jovem dá palestras sobre sexo com ares de quem tem muita quilometragem no assunto. Apesar de ter se formado em letras, pela Universidade Federal de São Carlos, em 2012, nunca atuou na área. Desde a adolescência até alguns meses atrás, trabalhou como prostituta. Lola Benvenutti era seu nome de guerra (ela cobrava em média 400 reais pela hora do encontro).

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No começo de 2015, ganhou uma aliança de noivado do milionário americano Gerald Blake Lee, cofundador da Azul Linhas Aéreas, e trocou o ofício mais antigo do mundo pelo mestrado em educação sexual na Universidade Estadual Paulista. Em agosto do ano passado, lançou uma autobiografia, O Prazer É Todo Nosso, que teve aproximadamente 20 000 exemplares vendidos. Essa trajetória instiga as aprendizes.Na turma da ex-garota de programa, por exemplo, todas as participantes querem truques para chamar a atenção do marido, manter o namorado, e algumas buscam orientação para descobrir o caminho do próprio orgasmo. “A gente precisa se amar primeiro, não adianta virar uma gueixa só para prender um cara na cama”, aconselha Lola.

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(Foto: )

A mestra se mantém sentada, com as pernas cruzadas e à mostra por uma fenda insinuante da saia, e mal se mexe durante todo o curso. Diz que o segredo de um bom strip-tease é a “artista” pôr uma de suas músicas prediletas (“A gente precisa ficar à vontade, não se encanar com a plateia”). O ponto alto ocorre nos quarenta minutos finais, quando abre um hard case prateado com uns 10 quilos de acessórios (tem até vibrador com design de joia banhado a ouro, cotado em 54 000 reais). A palestra dura quase três horas. Em média, ela faz sete dessas por mês em diversas casas de eventos em São Paulo e em outros estados (por sigilo, a maio­ria dos endereços é divulgada somente aos inscritos). Lola recebe de 2 000 a 4 000 reais por evento.

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Há também os alunos particulares — são quinze, em boa parte casais —, que desembolsam mais ou menos 500 reais por hora. Em um bom mês, ela consegue 30 000 reais com sua consultoria. “É um pouco mais do que eu ganhava com minha antiga profissão”, diz.A virada de Lola espelha um negócio em alta na cidade: o mercado do prazer. Em 2015, num período de recessão na economia, prevê-se que o consumo de loções excitantes, géis com sabor, lingeries sensuais e demais artigos da linha movimente 345 milhões de reais na Grande São Paulo, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme). Somando o faturamento estimado dos motéis (162 milhões de reais) e dos fabricantes de preservativos (29 milhões de reais), o “comércio do desejo” salta para 536 milhões de reais.

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Daniel Passos: o maior e-commerce do país deverá faturar 16 milhões de reais neste ano (Foto: Fernando Moraes)

A título de comparação, é um pouco mais que a receita anual da CBF, dona de outra paixão nacional, o futebol. A cifra de 536 milhões de reais não parece grande coisa perto do que é amea­lhado por setores mais tradicionais, como o comércio varejista, com uma projeção de 99 bilhões de reais nestes doze meses de crise, de acordo com dados preliminares da Associação Comercial de São Paulo. Mas, enquanto esse ramo chora uma quase estagnação de 0,54% em 2015, os empresários de artigos sensuais festejam um crescimento de 8,5% no mesmo período. “Em tempos difíceis, as pessoas buscam diversão em casa”, explica Paula Aguiar, presidente da Abeme. “Sai mais em conta.”O mercado nacional do setor atingirá em 2015 a cifra recorde de mais de 1 bilhão de reais em receita (estão contabilizados aqui apenas os negócios legalizados).

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A capital e a região metropolitana respondem por 20% desse movimento. Alguns nichos ficam acima da média. Mais da metade dos sites de e-com­mer­ce, blogs e páginas de sexo, por exemplo, opera daqui. “Acredito que a crise tenha feito várias marcas apostar no segmento digital”, diz Jaqueline Barbosa, 26, ex-tra­du­to­ra. Depois de largar sua carreira, em 2010, ela abriu, ao lado do marido, Emerson Viegas, 32, ex-publicitário, um canal no YouTube sobre relacionamentos e sexualidade, o Casal sem Vergonha. “Éramos conselheiros do relacionamento dos amigos e vimos nisso uma oportunidade de negócio”, conta Jaqueline. Deu certo. Com mais de 5 milhões de leitores por mês, hoje o site fatura 3 milhões de reais a cada ano com anúncios e ações publicitárias.Além de crescer em São Paulo, o mercado do sexo começou a perder um pouco o ar de clandestinidade.

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A primeira boate de suingue na capital, a Marrakesh, surgida há dezoito anos em Moema, funcionou nos primeiros tempos no esquema propaganda boca a boca. Atualmente, convive com oito casas do gênero, boa parte delas fincada no mesmo bairro da Zona Sul. Nos últimos tempos, virou balada alternativa de jovens casais e tem até matinê para os compromissados que desejam frequentar os espaços dando como desculpa em casa a happy hour com amigos. Outro show erótico tradicional na metrópole, o Clube das Mulheres, existe há mais de duas décadas, tendo entre as principais freguesas as noivas em despedida de solteira. No ano passado, ganhou um concorrente, o The Secret’s Club, que a partir desta quinta (10) funcionará em uma casa em Santana.As sex shops também começaram a sair da penumbra. Na Avenida Ipiranga com a Avenida São João fica o endereço do gênero mais antigo do país, a Darme, aberta em 1984. Hoje, tem a companhia de mais de 2 000 estabelecimentos do tipo na cidade.

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O suingue Nefertiti: depois da primeira casa, aberta em 1997, surgiram outras oito boates (Foto: Lucas Lima)

Os produtos mais procurados, os cosméticos, custam em média 16 reais. Em Moema e nos Jardins estão as butiques especializadas mais luxuosas do país, além de lojas de lingerie que também oferecem artigos íntimos. Existe até uma especializada em evangélicos no município de Jandira, na Grande São Paulo. Ex-bancário e ex-dona de casa, o casal João Ribeiro e Lídia surpreendeu sua família há cinco anos, quando deixou a crise econômica em Lisboa e inaugurou a Secret Toys. Ambos também atuam como consultores de casais (heterossexuais) em toda a região. “Está na Bíblia: cônjuges unidos pela bênção de Deus devem fazer sexo”, prega João. Apesar disso, os dirigentes de sua igreja pedem a eles que não divulguem a denominação. “Aprovam nossa atividade, mas não querem o nome vinculado a nós”, diz o empresário.

+ O lado secreto de Moema

Apesar da restrição, eles devem faturar 4 milhões de reais em 2015 e projetam um crescimento de 15%. A diferença do acervo da Secret Toys para o de uma loja tradicional é pequena: não há produtos para sexo anal e a paleta de cores aposta no branco e no azul (o clássico nas lojas é o vermelho vibrante). “Atualmente, os evangélicos representam 30% dos consumidores de sex shop”, afirma Paula Aguiar, da Abeme. Tamanha a demanda, a Intt, fabricante de cosméticos sediada no Morumbi, elaborou uma linha voltada especialmente aos fiéis. Chama-se In Heaven (no céu, em inglês) e tem como logotipo uma pomba, um símbolo santo. “Essas mercadorias são um dos nossos carros-chefe”, conta Alessandra Seitz, dona da marca. Ela vai apresentar esses e outros lançamentos na primeira edição da Íntimi Expo, a nova feira do segmento na cidade.

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(Foto: )

A mostra acontece entre 25 e 27 de setembro no Anhembi, com uma expectativa de negócios estimada em 17 milhões de reais. A cifra é semelhante à contabilizada pela Erotika Fair, realizada na capital desde 1997, que fatura em torno de 18 milhões de reais por ano. “A crise passou longe daqui”, comemora Susi Guedes, idealizadora da Íntimi Expo.Quem também possui motivos para comemorar é Daniel Passos, de 34 anos. Hoje, ele comanda a maior empresa de e-com­mer­ce do setor no país, a Loja do Prazer, com 46 000 produtos vendidos por mês e faturamento ava­lia­do em 16 milhões de reais neste ano. Em 1999, largou o salário de 5 000 reais de gerente de e-com­mer­ce em uma seguradora e abriu a sex shop virtual. Na época, vivia na casa dos pais, no Jabaquara, e fazia da edícula do sobrado o estoque de sua startup. Eles acharam estranho quando chegaram as primeiras caixas: bonecas infláveis, algemas, máscaras, próteses... Meses depois, a mãe, a dona de casa Suely Saladino, notou que não havia nenhum pecado nisso e se ofereceu para cuidar do dinheiro.

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Até hoje, aos 62 anos, é a diretora financeira da companhia. O e-commerce vingou, migrou para um prédio de três andares, 1 000 metros quadrados cada um, no Jabaquara e se tornou um dos principais do ramo também na América do Sul. “Aos poucos, o público percebe que se trata de um consumo saudável. Somos um nicho ainda bem pequeno e temos muito a desenvolver”, avalia Passos. Em cada dez paulistanos, três costumam ir às compras de produtos ou buscar terapias para apimentar a relação ou ajudar na satisfação pessoal, segundo estimativas do mercado. Parece pouco, principalmente em comparação com cidades como Tóquio (oito em cada dez pessoas) e Nova York (em uma proporção de seis por dez). “Há muito espaço para evoluir”, entende Evaldo Shiroma, idea­li­za­dor da Erotika Fair.

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Jaqueline e Emerson: o site Casal sem Vergonha tem 5 milhões de leitores por mês (Foto: Luís Carlos César)

Ele planeja construir um parque de diversões temático, o ErotikaLand, em parceria com os empresários Paulo Meirelles e Mauro Morata, sócios da Soft Love, fábrica de cosméticos e próteses. Com 80 milhões de reais de investimento, a área de aproximadamente 150 000 metros quadrados deverá ter uma piscina de nudismo, museu de arte sen­sual, cinema erótico e até um castelo fantasma misturando terror e libertinagem. O grupo programa inaugurar a empreitada em 2017 em uma cidade do interior, a uma hora e meia de São Paulo (as opções em estudo estão na região de Piracicaba). “Queremos atrair todo o público no Brasil e na América Latina”, afirma Shiroma, já sonhando com os lucros da sua Disneylândia erótica. 

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  • Franceses

    Ici Brasserie - Jardim Paulista

    Rua Bela Cintra, 2203, Jardim Paulista

    Tel: (11) 2883 5063 ou (11) 2883 5064

    VejaSP
    1 avaliação

    Pertence à Cia. Tradicional de Comércio, dona também da rede de pizzarias Bráz e de bares como Original, Astor e Pirajá. O bistrô de atmosfera informal, com receitas de Benny Novak, vem ampliando o número de unidades — já são quatro na capital. Em qualquer uma delas, dá para provar a porção de gougère (R$ 32,00), o pão de queijo francês com massa de carolina. Durante a semana no almoço, pratos como o carré suíno com purê de mandioquinha e cebola dourada (R$ 61,00) e o boeuf bourguignon (R$ 65,00) entram em promoção. Sem nenhum acréscimo, dão direito a entrada ou sobremesa, como a musse de chocolate, que, normalmente, custa R$ 24,00.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Japoneses

    SassáSushi - Itaim

    Avenida Horácio Lafer, 640, Itaim Bibi

    Tel: (11) 3078 4538

    VejaSP
    5 avaliações

    O chef Alexandre Saber tenta ser criativo em opções à la carte como os esquisitões sushis de arroz integral cobertos por abobrinha orgânica (R$ 62,00) e as saborosas iscas de pirarucu empanado (R$ 31,00). Servido no jantar e nos fins de semana, o rodízio (R$ 82,90) segue a linha vapt-vupt. Ou seja, tudo feito na pressa e sem capricho, em especial os sushis e o espaguete molenga com camarãozinho, que foi bem melhor no passado. Alguns itens são razoáveis, como o carpaccio de salmão ao molho de maracujá, o guioza e os cogumelos na manteiga.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Pizzarias

    1900 - Vila Mariana

    Rua Estado de Israel, 240, Vila Mariana

    Tel: (11) 5575 1900

    VejaSP
    5 avaliações

    Com sete endereços na cidade, a rede teve seu início na Vila Mariana quando o músico italiano Giovanni Paolo Momo decidiu servir a clientes a pizza que fazia para os amigos. Hoje, quem toca o negócio é o filho dele, Erik Momo, responsável pela equipe que assa sabores tão distintos quanto a vegana de queijo especial, palmito e alcaparra (R$ 89,80) e a calabresa moída com catupiry (R$ 83,70). Para petiscar, o trio de sardela, catupiry com ervas e alcaparra com mostarda custa R$ 25,10. O chocolate é muito bem usado na torta com sorvete de creme (R$ 18,80).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Franceses

    Bistrô L’Entrecôte d’Olivier - Alameda Lorena

    Alameda Lorena, 1821, Jardim Paulista

    Tel: (11) 3063 4107

    VejaSP
    2 avaliações

    O chef Olivier Anquier, que abriu em agosto o restaurante Esther Rooftop, na Praça da República, segue com o duo de bons bistrôs dedicados a um prato só, o entrecôte. Invariavelmente, o garçom perguntará o ponto da carne e o anotará no papel que cobre a mesa. Antes, chega uma salada verde e, na sequência, vem o bife banhado em um molho untuoso, cuja fórmula é mantida em segredo. As fritas de acompanhamento, finas e sequinhas, são servidas à vontade. A pedida custa R$ 79,90. Em vez de arrematar com uma sobremesa francesa, peça o dueto de tiramisu, em versão clássica e com frutas vermelhas (R$ 23,90).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Bar-restaurante

    Bar da Dona Onça

    Avenida Ipiranga, 200, Centro

    Tel: (11) 3257 2016

    VejaSP
    31 avaliações

    No decorrer do ano, a chef Janaina Rueda apareceu em programas de TV, reformulou a merenda da rede estadual e ajudou o marido, Jefferson Rueda, a montar A Casa do Porco Bar. Mesmo tão ocupada, ainda conseguiu manter a qualidade desta casa. Reinam no menu receitas difíceis de não agradar, como a moela úmida de aperitivo (R$ 43,00) e o mexido de arroz, feijão, carne moída, couve e farinha coberto de ovo frito (R$ 49,00). Saboroso, o bloody mary (R$ 32,00) é uma ótima maneira de iniciar a petiscaria.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Chope e cerveja

    Empório Alto dos Pinheiros

    Rua Vupabuçu, 305, Pinheiros

    Tel: (11) 3031 4328

    VejaSP
    17 avaliações

    Um tufão chamado crise econômica e alta do dólar passou por São Paulo. O resultado se mostrou devastador: as prateleiras perderam um sem-número de rótulos de cerveja. No Empório Alto dos Pinheiros não foi diferente: há um ano tinha 750 opções, hoje exibe 660. “Os importadores deram uma segurada”, explica o sócio Paulo Almeida. Ainda assim, o lugar permanece com uma das maiores ofertas — nacionais e internacionais — da cidade, para onde o GPS dos cervejeiros continua a apontar. O visitante, ao chegar, diverte-se escolhendo sua garrafa direto das geladeiras. Se preferir, pode passar no caixa, botá-la na sacola e bebê-la em casa. Até o fim do ano, o endereço vai aumentar a quantidade de chopes de 34 para 44, conservados em uma câmara fria debaixo do balcão.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Cozinha variada

    Cozinha com Z
    VejaSP
    1 avaliação

    Para fugir à regra da maioria dos food trucks, o Cozinha com Z foca menu típico de restaurante, que pode ser saboreado em mesinhas ou mesmo de pé. Autor das receitas, o cozinheiro baiano Zeca Amaral organiza um cardápio rotativo, no qual o baião de dois quase sempre tem presença garantida. A mistura de arroz, feijão-de-corda, carne de sol, linguiça, manteiga de garrafa e queijo de coalho ralado, porém, chega um pouco seca. Agrada mais o chamado arroz de puta rica, acompanhado de milho, tomate, linguiça, legumes grelhados e um suculento frango desfiado. Saboroso, o blend de alcatra e acém feito na cerveja preta pode aparecer ao lado de um purê de mandioquinha. Os pratos são servidos em uma resistente embalagem de papelão e cada um deles custa R$ 22,00. Quem não abre mão dos sandubas não precisa se preocupar: um pão rústico leva no recheio a mesma carne com queijo de coalho (R$ 20,00).

    Preços checados em 1º de setembro de 2015.

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  • No domingo, dia 19, acontece mais um edição da Maratona Infantil do MIS, que mensalmente oferece uma programação completa e gratuita para crianças e famílias, que inclui espetáculos, contações de histórias, oficinas e feirinha gastronômica. Dia 19/6/2016. Confira a programação: Área Externa 10h às 16h - Espaço de troca de figurinhas 10h às 16h - Intervenções Circenses, com Carolipa e Bartô 10h às 16h - Instalação Desenho no Ar, com a Casa do Brincar 10h, 11h, 12h, 14h, 15h e 16h - Espetáculo 13 Gotas, com a Cia BuZum! 11h e 14h - Espetáculo As Aventuras de Peter Pan e Sininho, com a Cia Evoé 12h e 15h - Oficina Histórias Dobradas 12h30 e 15h30 - Histórias Pra Cantar, Músicas Pra Brincar, com a Cia A Hora da História Sala Educativo 10h às 16h - Ateliê de Criatividade, com Núcleo Educativo do MIS Sala de Interfaces 10h, 11h, 13h, 14h, 15h - Oficina de Light Painting, com Matiz Filmes Auditório LabMIS 11h, 13h e 15h - Contação de Histórias, com a Cia Mapinguary Auditório MIS 11h e 14h30 - Sessão cinema: Cassiopeia, de Clovis Vieira
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  • O valor que diferentes tribos brasileiras atribuem ao corpo é tema fundamental da pesquisa de Eduardo Viveiros de Castro, um dos maiores nomes da antropologia nacional. Aos 64 anos, ele ganha uma exposição no Sesc Ipiranga. Variações do Corpo Selvagem reúne 340 fotografias de dois momentos de sua trajetória: o registro dos estudos realizados com os índios do Xingu, desde a primeira visita a Mato Grosso, em 1976, e imagens anteriores a essa data. Antes de se tornar um conhecido pesquisador, Viveiros de Castro convivia com artistas como Hélio Oiticica, o cineasta Ivan Cardoso e o poeta Waly Salomão. Na curadoria de Eduardo Sterzi e Veronica Stigger, esses dois universos se misturam num conjunto só, com o objetivo de estabelecer diálogos e refletir sobre as diversas expressões do corpo. Assim, ao lado de imagens do Parangolé de Oiticica, em que um artista dança com uma bandeira, vê-se um índio araueté realizando atividades corriqueiras. Os registros de rituais de escarificação entre nativos — tipo de tatuagem feita com objetos cortantes — estão dispostos junto de um retrato de Ivan Cardoso marcando as pernas de Cissa Guimarães com um poema. Na entrada da exposição, o público encontra cliques de homens, como o de um índio agachado em um toco de árvore, cujo olhar penetrante parece convidar o visitante a mergulhar no mundo fascinante revelado por Viveiros de Castro. De 30/8/2015. Até 29/11/2015.
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  • A peça A Tempestade teria sido a última escrita pelo inglês William Shakespeare (1564-1616). Com quatro montagens do autor no currículo, o diretor Gabriel Villela apresenta sua versão da comédia repleta de elementos fantásticos. O feiticeiro Próspero (papel de Celso Frateschi), duque de Milão destronado por seu irmão traidor, vive exilado com a filha Miranda (a atriz Letícia Medella) em uma ilha — bem representada pelo formato circular do Tucarena. Por meio de poderes mágicos, ele provoca um terrível temporal para atrair seus inimigos e, assim, fazer um acerto de contas. Impecável ao lado de um competente elenco, Frateschi já havia participado de uma releitura do texto liderada por Paulo Autran. Nessa encenação, de 1994, ele assumiu o papel do escravo de traços disformes Caliban, agora interpretado por Helio Cicero. Executada ao vivo pelo próprio elenco, a trilha sonora é composta de canções populares com referências ao mar. Adereços e objetos de arte criados por Shicó do Mamulengo e figurinos repletos de bordados incrementam a trama. Com Chico Carvalho, Marco Furlan, Dagoberto Feliz, Romis Ferreira e outros. Estreou em 21/8/2015. Até 22/11/2015.
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  • Drama

    VejaSP
    Sem avaliação
    Especializado em teatro de animação, gênero que envolve técnicas como o manejo de bonecos, o Grupo Sobrevento se limita a explorar os objetos na nova produção. Batizada de Só, a peça reúne cinco personagens que, solitários e afundados em angústias, apresentam sua história sem pronunciar uma palavra sequer. Breves cenas de cada um se intercalam para formar uma unidade. Fundamental em uma criação desse tipo, a trilha sonora aqui é instrumental e foi composta por Arrigo Barnabé. Ela ajuda a marcar o tom do espetáculo, inspirado no livro O Desaparecido, de Franz Kafka. Um relógio e uma caixinha de música, por exemplo, são deixados para trás e formam uma espécie de instalação no palco. Com o estilo contemplativo, a montagem tem um ritmo menos acelerado e exige a atenção do espectador. Com Daniel Viana, Liana Yuri, Maurício Santana, Sueli Andrade e Sandra Vargas, diretora ao lado de Luiz André Cherubini. Estreou em 11/7/2015. Até 20/9/2015.
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  • Instant Article

    Melhores peças em cartaz

    Atualizado em: 25.Nov.2016

    Veja algumas montagens que valem o ingresso
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  • O clichê de que cada personagem deve ser encarado como uma folha em branco para o intérprete ter total liberdade de criação não se aplica nesse caso. A bem-sucedida trajetória de Tarcísio Meira e sua inabalável imagem de galã conferem uma simbologia muito bem explorada à grandiosa encenação dirigida por Ulysses Cruz. No drama de Ronald Harwood, um icônico ator sente-se dominado pela exaustão e beira um colapso nervoso. Prestes a encenar pela enésima vez o papel-título da tragédia Rei Lear, de William Shakespeare, ele reluta em entrar no palco e trava um vertiginoso embate com seu fiel camareiro (vivido por Kiko Mascarenhas), inconformado com o desânimo do artista. Conceitos de vocação, egocentrismo e reponsabilidade vêm à tona para discutir os limites capazes de separar ficção e realidade. Karin Rodrigues, Chris Couto, Karen Coelho, Ravel Cabral e Silvio Matos formam o competente time coadjuvante que oferecem suporte para a dupla central. Se Mascarenhas aproveita muito bem as possibilidades de seu rico personagem, trilhando registros cômicos e dramáticos, Tarcísio Meira magnetiza a plateia pela força de sua presença apoiado no emotivo texto de Harwood. Estreou em 4/9/2015. Até 13/12/2015.
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  • Comédia dramática

    Ensina-me a Viver
    VejaSP
    Sem avaliação
    De Colin Higgins. Diante do sucesso do filme de Hal Ashby, de 1971, o roteirista transformou a comédia dramática protagonizada por Ruth Gordon e Bud Cort em peça, lançada no Brasil dez anos depois. A certeza de que a história de amor entre Harold e Maude não perdeu fôlego levou à essa remontagem, estrelada por Arlindo Lopes e Glória Menezes. Mas a encenação concebida por João Falcão é que faz toda a diferença. Com trilha descolada e apelo visual quase cinematográfico, a direção foge das caricaturas e moderniza a trama — a respeito de uma octogenária alto-astral e um jovem obcecado pela morte. Estreou em 27/10/2007. Até 7/9/2015.
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  • Eletrônica / MPB

    Silva
    Sem avaliação
    O músico faz show do álbum Júpiter. Neste trabalho, com discurso mais livre e exposto, o multi-instrumentista e compositor capixaba resgata a simplicidade da canção pop, com sua assinatura musical eletrônica, para falar de amor e relacionamentos. Dia 18/10/2016.
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  • Numa época em que até as superproduções de James Bond ganham tons sombrios e violentos, uma fta de espionagem leve e espirituosa como O Agente da U.N.C.L.E. pode parecer um tanto ultrapassada. No caso, porém, vale desconfar dessa primeira impressão. O charme do filme se encontra justamente na maneira saborosa, sem um pingo de pretensão, como brinca com referências pop dos anos 60. O visual extravagante e a atmosfera cool daquela década são atualizados com muito estilo pelo diretor inglês Guy Ritchie, o homem que transformou Robert Downey Jr. em um atrevido Sherlock Holmes. Exibido entre 1964 e 1968, o seriado de TV tinha o dedo do escritor Ian Fleming (o “pai” de 007) e partia de uma premissa tão absurda quanto divertida: e se, em plena Guerra Fria, um agente secreto americano e um soviético decidissem unir forças na luta contra ameaças globais? Assim nasceram os “chapas” Napoleon Solo (interpretado por Henry Cavill, o Super-Homem de O Homem de Aço) e Illya Kuryakin (papel de Armie Hammer). Na nova trama, eles são atraídos pela misteriosa Gaby Teller (Alicia Vikander), filha de um homem procurado pelos espiões por carregar uma mala com segredos atômicos. O roteiro, apesar de pecar pela falta de engenhosidade e se alongar exageradamente, é mero pretexto para sequências de ação beirando o nonsense e diálogos engraçadinhos escorados nas diferenças de temperamento entre os heróis. Enquanto Solo se revela mulherengo e desencanado, o russo Kuryakin dá conta de missões quase impossíveis graças a um jeitão sisudo e metódico. Risco de colapso mundial? Sim, existe. Mas, para esses tipos antiquados e adoráveis, o ramo das intrigas internacionais era acima de tudo um deleite — ao menos na fcção, claro. Estreou em 3/9/2015.
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  • Para o diretor Walter Salles, de Central do Brasil e Diários de Motocicleta, o cineasta mais importante em atividade é o chinês Jia Zhang-ke. De tanto admirar a obra dele, o brasileiro resolveu dedicar um documentário ao realizador. Jia Zhang-ke, um Homem de Fenyang deixa transparecer o carinho de Salles por uma filmografia que, entre a contemplação e o tom político, analisa as transformações sociais da China. Acompanhado do crítico francês Jean-Michel Frodon, o brasileiro convidou o autor de dramas como Plataforma, O Mundo e Um Toque de Pecado a uma viagem aos vilarejos pobres de Shanxi, província onde nasceu. Lá, ele reencontra atores, papeia com velhos amigos e visita lugares onde seus longas foram rodados. Para quem compartilha com Salles o entusiasmo pelo diretor, trata-se de um programa obrigatório: relatos como o da atribulada produção de Em Busca da Vida, produzido em uma região prestes a ser submersa por uma represa, são tão curiosos quanto a própria trama da fita. Complicado, no entanto, será fisgar a atenção dos não iniciados. Para esses, resta se contentar com momentos bem dosados de sentimentalismo, típicos do cinema de Salles. Estreou em 3/9/2015.
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  • Meryl Streep interpretando uma roqueira especialista no repertório de ídolos como os Rolling Stones e Bruce Springsteen? A ideia é palpitante o suficiente para justificar a existência do filme Ricki and The Flash — De Volta para Casa. E, convenhamos, quando empunha uma guitarra Telecaster e solta a voz, a atriz faz valer o preço do ingresso. Pena que o filme perca boa parte de seu “punch” no momento em que, fora do palco, se transforma num drama familiar dos mais frouxos. O diretor nova-iorquino Jonathan Demme (de O Silêncio dos Inocentes) acerta ao dar a devida atenção às apresentações musicais, que dizem muito sobre a relação entre Ricki, sua banda de músicos experientes e o público do bar decadente na Califórnia onde eles tocam. A narrativa desafina, contudo, quando o lado mais folhetinesco do roteiro escrito por Diablo Cody (de Juno) pede passagem. Convocada pelo ex-marido (Kevin Kline) para visitar a família, que ela deixou de lado para seguir o sonho do estrelato, Ricki acertará contas com a recém-divorciada Maureen (Mamie Gummer, também filha de Streep na vida real), em crise depressiva. O reencontro poderia ter rendido conflitos tão vibrantes quanto um hit de hard rock, mas descamba em mornas discussões de relação. O tipo de marasmo que nem o talento de Streep é capaz de remediar. Estreou em 3/9/2015.
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  • Não basta reunir humoristas talentosos da televisão para obter êxito na hora de rodar um filme. O tempo é outro, e a estrutura baseada em esquetes muitas vezes não funciona. É desse mal que sofre a comédia A Esperança É a Última que Morre, ficção de estreia do diretor Calvito Leal. Dani Calabresa, no papel de Hortência, uma repórter de TV ora ingênua, ora esperta demais, protagoniza o longa, que tira sarro dos bastidores de um telejornal interiorano. Para assumir a vaga de âncora, ela entra numa disputa ferrenha com a arqui-inimiga de profissão Vanessa (interpretada por Katiuscia Canoro). Com o auxílio de dois atrapalhados funcionários do Instituto Médico-Legal, Eric (Danton Mello) e Ramon (Rodrigo Sant’anna), Hortência forja assassinatos em série, destaca-se no noticiário e ganha a atenção do chefe sem escrúpulos (Augusto Madeira). É óbvio, no entanto, que a armação será desmascarada. Dani tem sua graça com o jeitão caipira que dá à personagem, mas as piadas não ajudam, tampouco as reviravoltas previsíveis do roteiro e o romance sem tempero que pinta entre Calabresa e Mello. Estreou em 3/9/2015.
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  • O diretor André Moraes, no seu primeiro longa-metragem, conseguiu reunir um elenco de peso, composto de nomes como Deborah Secco e Julio Andrade, para fazer um filme de ação e humor com cara de cinema independente. Ponto positivo para o estilo criativo do jovem autor, que combina boa trilha sonora e uma montagem eletrizante, mas há ressalvas quanto à história, difícil de engolir e repleta de dramas superficiais pouco convincentes. Após o lançamento de um filme malsucedido, um grupo de amigos faz bicos para sobreviver. No papel de uma atriz, Deborah Secco se apresenta como palhaça em festas infantis, ao lado do destemperado Walter (Lucio Mauro Filho), que se entope de antidepressivos e sofre com alucinações. Dá para dizer que a derrocada da turma tem a ver com o sucesso do pastor Alex (Marcos Veras), que passou a perna nos ex - amigos em proveito próprio. Daí vem a vingança planejada por Eric (Julio Andrade): assaltar postos de gasolina como se estivesse realizando uma filmagem e dar o troco em Alex. Estreou em 3/9/2015.
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  • Depois de registrar no currículo fitas adoráveis como Toy Story, Procurando Nemo e Ratatouille, a Pixar marca mais um golaço no terreno da animação. É curioso notar que, a cada trabalho, o estúdio traz renovações na técnica e depura seus roteiros bastante originais. A empreitada aqui poderia não dar certo: os dois protagonistas, um velhinho rabugento e um garotinho mala-sem-alça, são a princípio enjeitados e nada fofos. Mas o diretor do igualmente fascinante Monstros S.A. consegue combinar, com ótimo faro, humor delicioso, aventura empolgante, drama comovente e fantasia surreal. O mix funciona à beça tanto para crianças quanto para adultos — vale até deixar cair algumas lágrimas ao final. A história começa flagrando a infância do americano Carl Fredricksen (voz de Chico Anysio), sua paixão pelas explorações e a aproximação de sua futura esposa. O tempo passa — numa triste, memorável e sublime sequência sem diálogos. Aos 78 anos e já viúvo, o mal-humorado Carl decide arriscar-se na mais louca missão de sua vida: prender sua casa a balões de gás e voar rumo a um paraíso perdido na América do Sul. Ele só não contava que um grudento escoteiro embarcaria junto — e sem querer — em sua radical aventura.
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  • Dois mestres adaptaram o romance Diário de uma Camareira, de Octave Mirbeau, para o cinema: Jean Renoir em 1946, cujo título em português foi traduzido como Segredos de Alcova, e Luis Buñuel em 1964. Trata-se portanto de uma tarefa arriscada a do francês Benoît Jacquot, que resolveu contar novamente nas telas a história de Célestine, uma jovem camareira de Paris que, no início do século XX, é alocada por um agente para trabalhar na casa de uma família burguesa no interior da França. Apesar das inevitáveis comparações, o diretor se sai bem ao dar um toque moderno ao espírito libertário da protagonista. A escolha da estonteante Léa Seydoux, que ganhou projeção em Cannes com o longa Azul É a Cor Mais Quente e será a próxima “Bond girl”, foi fundamental para dar frescor ao enredo. Ela consegue esconder atrás de uma aparência angelical o jeito atrevido e arrojado da personagem, falsamente submissa diante dos ataques pervertidos dos homens à sua volta. Hervé Pierre, no papel do bonachão patrão Lanlaire, é um deles. Vive cercando a criada pelos cantos da residência, enquanto sua mulher (Clotilde Mollet) personifica o deslumbre autoritário da classe burguesa ao exigir dela, ao toque de um irritante sino, tudo ao mesmo tempo. Situações cômicas, a exemplo da madame que carrega um vibrador em uma viagem de trem, dão um ar de crônica ao filme, sem que isso oculte a tensão social. Aos poucos, a empregada se sente atraída por Joseph (Vincent Lindon), o jardineiro fascista da mansão que trama na surdina contra os patrões e oferece a Célestine a oportunidade de se libertar da opressão. Estreou em 3/9/2015.
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  • Ficção científica / Suspense

    Blade Runner
    Sem avaliação
    Lançada em 1982, a ficção científica Blade Runner virou um cult no decorrer do tempo e, mais de trinta anos depois, manteve o brilho e a originalidade sem traços passadistas. O filme, estrelado por Harrison Ford e Sean Young, volta à rede Cinemark em cópia restaurada. Haverá duas ou três sessões nesta semana, dependendo do complexo. Confira os shoppings que o exibem: Center Norte, Central Plaza, Cidade São Paulo, Eldorado, Iguatemi, Market Place, Metrô Boulevard Tatuapé, Pátio Higienópolis, Pátio Paulista, Tietê Plaza e Villa-Lobos.
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  • Melhor a lenda

    Atualizado em: 3.Set.2015

Fonte: VEJA SÃO PAULO